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Bosque da Ciência altera horário de visitação no período da Copa do Mundo

Para melhor atender aos visitantes, durante o período de realização da Copa do Mundo de Futebol e de férias escolares, o Bosque Ciência abre suas portas de segunda a segunda sem intervalo do almoço

Bosque da Ciência altera horário de visitação no período da Copa do Mundo

Bosque da Ciência altera horário de visitação no período da Copa do Mundo (Daniel Jordano/Inpa)

O Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) alterou o horário de visitação abrindo suas portas de segunda a segunda, sem intervalo para o almoço, para melhor atender os turistas que vistam Manaus e moradores da cidade durante o período de realização da Copa do Mundo de Futebol e de férias escolares. 

A entrada no bosque pode ser feita das 9h às 16h30 e o ingresso custa R$ 5, valor que permanece há pelo menos seis anos sem reajuste. Crianças até 10 anos, idosos com mais de 60 anos não pagam. Escolas, comunidades carentes e grupos religiosos agendados previamente têm entrada franca.

Nos dias de jogos da Seleção Brasileira, nesta terça-feira (17) e na próxima segunda-feira (23), o Bosque da Ciência funcionará até às 12h30. Nos dias de jogos realizados na Arena da Amazônia Vivaldo Lima, nesta quarta-feira (18) e na próxima quarta-feira (25), o Bosque da Ciência não funcionará. Já na quinta-feira (19), feriado de Corpus Christi, o bosque funcionará normalmente. 

Criado em abril de 1995, o Bosque da Ciência está situado na rua Otávio Cabral, s/nº - Petrópolis, zona Sul de Manaus,  e oferece à população uma opção de lazer que reúne aspectos da biodiversidade da fauna e da flora amazônica.

O bosque está instalado numa área de 13 hectares (o equivalente a 13 campos de futebol), como um dos instrumentos para difundir as informações científicas, tecnológicas e as inovações desenvolvidas e para aproximar o Instituto da sociedade. No espaço,  os visitantes podem ter contato direto com a natureza e conhecer animais nativos da região como a ariranha e o peixe-boi da Amazônia.

Segundo o coordenador do Bosque, Jorge Lobato, a consolidação dessa espécie de ‘museu natural a céu aberto’ tem sido graças à participação crescente da sociedade, que é comprovada pelos mais de 1,6 milhão de visitantes desde que foi implantado. De acordo com o coordenador, o Bosque da Ciência recebe em média 130 mil visitantes por ano, sendo que cerca de 80% são de visitantes não-pagantes.

Além disso, os visitantes também podem apreciar as exposições permanentes na Casa da Ciência, onde está exposta, por exemplo, a maior folha do mundo, a Coccoloba spp. (Polygonaceae), que chega a ter 2,50 metros de comprimento por 1,44 de largura na fase adulta. Ao longo do Bosque, o turista poderá conhecer a Ilha da Tanimbuca (uma área composta de um pequeno riacho onde se encontram peixes, quelônios e vegetação nativa, como a árvore Tanimbuca com mais de 600 anos).

Neste local, o visitante a terá a oportunidade de visitar uma maloca (habitação indígena) e interagir com indígenas de diferentes etnias e conhecer seus artesanatos e lendas folclóricas. Outra atração existente no Bosque é a Casa de Madeira, um modelo de residência construído a partir de madeiras amazônicas para oferecer conforto com custo reduzido. Sete espécies regionais de árvore foram utilizadas em sua estrutura: jatobá, camarurana, mandioqueira, maçaranduba, cardeiro, cupiúba e angelim-da-mata.

Quem for ao bosque também poderá conferir a exposição “Tupã-Baé – a Amazônia em Teatro e Magia”, da artista plástica Liduína Moura, que traz uma visão abrangente da cultura, do folclore e do misticismo amazônico dentro de um contexto sustentável. A exposição fica em cartaz até o próximo dia0 6 de julho, no Paiol da Cultura, um centro cultural onde a ciência interage com a arte e a cultura.

 Além disso, no período da Copa, o bosque também contará com nove Agentes de Informações Turísticas (Amazonastur) para melhor atender aos visitantes. Mais informações para agendamento de visitações podem ser obtidas pelos telefones (92) 3643-3102/3312/3293.

*Com informações da assessoria de comunicação do INPA.