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Coordenador regional da Funai em Humaitá é exonerado

Decisão foi publicada nesta sexta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU). O documento não informou os motivos da exoneração de Ivã Gouvêa Bocchini

A presidência da Fundação Nacional do Índio (Funai), por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira (10), exonerou o coordenador da Regional Madeira, Ivã Gouvêa Bocchini. A regional é responsável pela condução da política indigenista na região de Humaitá, no sul do Amazonas. O documento não informou os motivos da exoneração de Bocchini.

Segundo o portal Agência Brasil, o coordenador regional do Conselho Indigenista Missionário (Cimi-Norte), Guenter Francisco Loebens, disse não conhecer o motivo da exoneração de Bocchini, mas criticou a atuação da fundação durante os recentes episódios.

"O coordenador regional do Conselho Indigenista Missionário (Cimi-Norte), Guenter Francisco Loebens, disse não conhecer o motivo da exoneração de Bocchini, mas criticou a atuação da fundação durante os recentes episódios", afirmou. 

Em nota divulgada nessa quarta-feira (8), a Funai informou que não é omissa em relação à segurança dos índios Tenharim, mas que seu trabalho, nesse caso, é muito mais de mediação.

De acordo com a fundação, vinculada ao Ministério da Justiça, no dia 28 de dezembro a Justiça Federal concedeu liminar determinando que tanto a entidade quanto a União elaborassem um plano para garantir a integridade física dos indígenas.

Desde o último dia 25 de dezembro, a cidade de Humaitá vive dias de instabilidade por conta de protestos violentos que já resultaram na depredação de prédios e bens públicos de órgãos e autarquias federais relacionados a políticas públicas voltadas aos povos indígenas, além de ameaças a um grupo de indígenas que estava na cidade para tratamento de saúde.

Os manifestos estariam relacionados ao desaparecimento de três pessoas na área da terra indígena Tenharim Marmelos, cortada pela rodovia Transamazônica (BR-230), no Sul do Amazazonas.