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Exército reforça buscas na rodovia Transamazônica

Membros de outros batalhões, especialistas  em operações na selva, passaram a integrar equipe

Trabalho dos militares que buscam pistas de desaparecidos

Trabalho dos militares que buscam pistas de desaparecidos (Clovis Miranda)

Homens do Exército Brasileiro, especializados em operações na selva, reforçaram, ontem, as equipes de busca pelos desaparecidos na reserva indígena Tenharim Marmelos, em Humaitá, sul do Amazonas.

Os militares são procedentes de outros batalhões de selva e chegaram para se integrar à equipe do 54º Batalhão de Humaitá, que já estava acompanhando as buscas. Os trabalhos vem sendo executados por agentes da Polícia Federal e agora serão orientados por especialistas do Exército Brasileiro, facilitando o deslocamento em trechos de difícil acesso.

O professor Steff Pinheiro de Souza, de 43 anos, o técnico da Eletrobrás Amazonas Energia; Aldeney Ribeiro Salvador, 40; e o representante comercial Luciano Ferreira Freire, 30, desapareceram no dia 16 de dezembro quando seguiam de carro pela Transamazônica (BR-230) e foram vistos pela última vez quando passavam pela reserva.

Familiares dos desaparecidos, assim como moradores da região, acreditam que eles foram mortos pelos índios, o que gerou uma revolta na região e a destruição de instalações indígenas.

As buscas se concentram na área do Igarapé Preto, onde foram encontradas partes de um carro queimado, supostamente o automóvel Gol 2010/2011 usado pelos desaparecidos.

As peças do carro, um farol e pedaços de chassi, e alguns objetos, como uma caixa de remédios e uma garrafa plástica, encontrados no local foram encaminhados para perícia.

Sem omissão

A Fundação Nacional do Índio (Funai) informou, ontem, que não há omissão na garantia de segurança aos Tenharim.  A Justiça determinou ainda envio de cópia do processo à Organização dos Estados Americanos (OEA), para avaliação de possível violação de direitos.