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Inpa fará estudo de viabilidade para construção do primeiro Parque Tecnológico no AM

Contemplada com recursos financeiros do CNPq, a proposta ter o objetivo de gerar resultados em pesquisas científicas e tecnológicas e a busca por produtos inovadores. Os investimentos são da ordem de R$300 mil

Iniciativa visa a interação de uma instituição pública com o setor produtivo da região

Iniciativa visa a interação de uma instituição pública com o setor produtivo da região (Divulgação/Inpa)

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) foi contemplado com aporte financeiro do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para a elaboração de Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (Evte) para a construção do primeiro Parque Tecnológico no Amazonas. Os recursos serão repassados por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e investimentos do próprio Inpa na ordem de R$ 300 mil.

Para o diretor substituto do Inpa, Estevão Monteiro de Paula, “esses recursos públicos devem ser bem aplicados, tendo em vista que é um investimento relativamente caro quando se trata de implantar um parque tecnológico, e o Inpa vai realizar os estudos de viabilidade para ver se é viável ou não para depois fazer tomada de decisão”.

A coordenadora de Extensão de Tecnológica e Inovação (CETI), Rosangela Bentes, explica que a proposta contemplada pelo Inpa visa realizar inicialmente o estudo para viabilizar a implantação do Parque Tecnológico em todos os seus aspectos para futura operacionalização, alinhada à política do Governo Federal para o crescimento, a competitividade e a Inovação Tecnológica.

“Bem como a estratégia de ação da região e parceiros na valorização do que mais temos de valioso, que é a biodiversidade, utilizando-a de forma sustentável e agregando o conhecimento científico e tecnológico de forma competitiva para o mercado com a marca Amazônia”, ressalta Bentes.

Função

De acordo com a coordenadora, o Parque Tecnológico é um ambiente especializado e cooperativo que promove e oportuniza a cultura da inovação e do empreendedorismo entre empresas e instituições de pesquisa, estimulando novos negócios, a criação de spin off (empresa que nasce de outra organização/empresa e seus criadores continuam na direção e na administração), spin-out (empresa que surge de uma outra organização/empresa, mas seus criadores não são majoritários e não exercem controle gerencial) e startups (empresas jovens e inovadoras de qualquer segmento de atividade que desenvolve um modelo de negócio rentável) por meio da incubadora.

“Isso possibilita de forma efetiva a interação de uma instituição pública com o setor produtivo e com resultados econômicos e sociais, sobretudo, na geração emprego e renda para a região”, frisa.

Rosangela Bentes demonstra um otimismo em relação à proposta contemplada que, segundo ela, visa um compromisso do Inpa com a região amazônica na geração de resultados de pesquisas científica e tecnológica e a consequente transformação desse conhecimento em produtos inovadores.

“Além de articular essa ação de viabilizar o parque, por meio do estudo que será realizado, é a certeza de construir um ambiente para geração de negócios e produtos inovadores”, ressalta a coordenadora da CETI.

Recursos 

Segundo o secretário de Desenvolvimento Tecnológico do MCTI, Alvaro Prata, em 2013, foram aplicados cerca de R$672 milhões. O MCTI pretende dar continuidade aos investimentos e estimular o desenvolvimento e a implementação de novos ambientes inovadores.

De acordo com informações do MCTI, os recursos aplicados neste ano foram distribuídos por meio do edital nº 61/2013, do CNPq, e da chamada pública da Finep voltada a parques tecnológicos em operação e em estágio de implantação.

A chamada foi dividida em três partes. A Linha 'A', de apoio à infraestrutura de incubadoras de empresas em estágio de operação, selecionou 31 dos 69 projetos recebidos. A Linha 'B', para financiar a elaboração de Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (Evte) para incubadoras de empresas, aprovou as oito propostas apresentadas. A Linha 'C' recebeu 17 e selecionou dez, para parques tecnológicos interessados em desenvolver o Evte.

*Com informações da assessoria de imprensa