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Prefeituras de Humaitá e Boca do Acre recebem investimentos para minimizar problemas com a cheia

O repasse será de R$ 1.362.000,00 para as prefeituras dos municípios de Humaitá e Boca do Acre, sendo R$ 962 mil par a primeira e R$ 400 mil para Boca do Acre

O anúncio dos convênios foi feito pelo vice-governador, José Melo

O anúncio dos convênios foi feito pelo vice-governador, José Melo (Divulgação )

O Governo do Estado do Amazonas assinou, neste final de semana, quatro convênios para o repasse de R$ 1.362.000,00 para as prefeituras dos municípios de Humaitá e Boca do Acre, sendo R$ 962 mil para Humaitá e R$ 400 mil para Boca do Acre. O recurso é destinado às ações humanitárias de saúde, infraestrutura e transporte, já que as duas cidades apresentam diversos problemas em razão da subida das águas dos rios Madeira e Purus e, por conta disso, estão em situação de calamidade pública e de emergência, respectivamente.   

O anúncio dos convênios foi feito pelo vice-governador, José Melo, que esteve na cidade de Humaitá (a 590 quilômetros de Manaus) no sábado, dia 1º de março, acompanhado de comitiva que teve a presença dos secretários de Estado da Defesa Civil, coronel Roberto Rocha; da Educação, Rossieli Soares; de Saúde, Wilson Alecrim, e de Infraestrutura, Waldívia Alencar, além de deputados estaduais.

Ao visitar localidades da sede do município e da zona rural - como a comunidade Paraisinho - que foram atingidas pela cheia, o vice-governador José Melo afirmou que, por determinação do governador Omar Aziz, ficou responsável pela coordenação das ações que visam minimizar os problemas que atingem, principalmente, os municípios das calhas dos rios Madeira, Purus e Juruá. 

“O que não podemos fazer é cruzar os braços e imaginar que esse problema é só de quem está atingido. Temos que ter consciência de que o problema é de todos nós. Estamos assinando, hoje, um convênio de R$ 700 mil com a prefeitura de Humaitá para as demandas como construção de passarelas de madeira e para recompor as casas que são danificadas, além da compra de combustível para os deslocamentos e outras necessidades”, disse José Melo. 

Ainda segundo o vice-governador, outro convênio no valor de R$ 150 mil será destinado às ações de saúde do município visitado. “Toda vez que tem uma grande enchente, surgem doenças que vem com as águas como gripes, intestinais e de pulmão, por exemplo. Estamos destacando este valor para a aquisição de medicamentos, para fazer frente a este tipo de situação que costuma ocorrer”, complementou. 

Um terceiro repasse no valor de R$ 112 mil, conforme pontuou o vice-governador, visa ajudar no transporte aéreo de pacientes que necessitem de remoção para atendimentos em Humaitá. “Será contratado um avião para que aquelas pessoas que precisarem ser deslocadas, que não possam ser tratadas aqui, sejam transportadas ao nosso Estado vizinho”, afirmou Melo. 

Kits de limpeza, 3.500 cestas básicas e 10 mil litros de óleo diesel também serão enviados ao município, declarou o vice-governador. “A partir de hoje, ficam suspensas as aulas, não só para que os estudantes que hoje têm muitas dificuldades de acessar as escolas, mas para que também possamos utilizar os prédios públicos para abrigar, eventualmente, uma família que tenha sua casa toda alagada e, consequentemente, tenha tido necessidade de ser removida”. 

As ações estaduais para apoio aos municípios afetados pela subida das águas, conforme informou o secretário da defesa civil estadual, coronel Roberto Rocha, vem ocorrendo desde o final do mês de janeiro. “O Governo do Estado já vem atendendo estes municípios com toda uma assessoria processual, de avaliação, de vistoria, de distribuição de ajuda humanitária, de coordenação de grupos de trabalho, além de todo um transporte aéreo. É todo um trabalho justificado, pontual, para que as famílias que estão afetadas pelas inundações tenham a sua situação minimizada em função desse desastre”.

De acordo com levantamento da Defesa Civil do Estado do Amazonas, o problema atinge, aproximadamente, 9 mil famílias – que correspondem a 41 mil pessoas - que vivem nas calhas dos rios Madeira, Purus e Juruá, distribuídos nos municípios de Guajará, Ipixuna, Boca do Acre, Envira, Lábrea, Apuí, Humaitá e Pauini.