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Identidades de corpos encontrados em Humaitá (AM) devem ser conhecidas nas próximas horas

Três corpos foram encontrados na tarde dessa segunda-feira (3), enterrados em uma vala na área de mata fechada às margens da rodovia Transamazônica (município de Humaitá). Indígenas são investigados pela possível autoria dos assassinatos

O cão da raça abrador, Hórus, foi um dos principais responsáveis por encontrar os cadáveres, que estavam em estado avançado de decomposição

O cão da raça abrador, Hórus, foi um dos principais responsáveis por encontrar os cadáveres, que estavam em estado avançado de decomposição (Divulgação)

Os familiares de Stef Pinheiro, Aldeney Ribeiro e Luciano Freire, desaparecidos desde o dia 16 de dezembro de 2013, quando viajavam pela rodovia Transamazônica (BR 230), no trecho que corta a aldeia indígena dos Tenharim, localizada no município de Humaitá (distante 590 quilômetros de Manaus), podem descobrir nas próximas horas, se os três corpos encontrados na tarde dessa segunda-feira (3), enterrados em uma área de mata fechada ás margens da rodovia de fato pertencem aos amigos.

De acordo com informações do tenente da Polícia Militar do Amazonas, Cordeiro, uma reunião entre os familiares e as equipes policiais formadas para participar das buscas deve acontecer ainda nesta tarde. “A perícia acontece no Instituto Médico Legal de Porto Velho (Rondônia), e acredito que deve ser concluída em breve, já que estão todos bastante engajados para que o caso seja esclarecido”, disse o militar.

Em uma única cova

Os três corpos encontrados nessa segunda-feira estavam enterrados em uma única vala e possuíam características de execução por arma de fogo. A informação também foi confirmada pelo oficial que integra o Policiamento Especial (CPE).

O cão da raça labrador, Hórus, foi um dos principais responsáveis por encontrar os cadáveres, que estavam em estado avançado de decomposição. “Mesmo com as dificuldades da busca em floresta, como a alta umidade, fortes ventos e depois de um dia exaustivo de busca o Hórus, conseguiu nos mostrar que havia algo errado no local. Ele insistentemente nos transmitia isso. E de fato existia, eles estavam pelo menos 2 metros debaixo dos nossos pés”, ressaltou o tenente Cordeiro.

Depoimentos e prisões

Por conta de diversos depoimentos colhidos junto a testemunhas, a Polícia Federal em Porto Velho, investiga os crimes de seqüestro, assassinato e ocultação de cadáveres das três vítimas. Os crimes são remetidos a cinco índios, que foram presos e estão à disposição da justiça, sob regime de prisão temporária desde o dia 30 de janeiro.