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2 comentarios | 04 de Agosto de 2014

Dia-a-Dia

Crônica das terças-feiras do Caderno Bem Viver!

Uma das áreas mais turísticas da cidade!

Uma das áreas mais turísticas da cidade!

Saio de casa cedo e vejo um taxista caindo na porrada com um flanelinha. Motivo? Os taxistas estacionam seus carros em frente ao Ideal, para atender à demanda do Hotel, vizinho pela Monsenhor, que é grande, logo cedo. Mas os reparadores de carro reclamam que as vagas são deles e que os taxistas estão embaçando o serviço. Socos e pontapés trocados, chegou a turma do deixa-disso e apartou a confusão. O flanelinha atravessou a rua e entrou numa casa, que serve de quartel-general a quem trabalha na rua. O imóvel está desocupado e foi invadido. O que se passa lá dentro ninguém sabe. Não há fiscal para as casas abandonadas, só às produtivas.

Faço o caminho inverso e aguardo minha condução chegar. Ouço a conversa dos taxistas, que já não era mais sobre a briga, aquela que eu vi há pouco. Tratava-se de outra confusão, um pouco mais antiga, que se deu na noite anterior: uma dependente química esbofeteou um mendigo que está morando em uma das portas do Ideal Clube e lhe roubou todo o dinheiro. A polícia vinha passando, mas ela fugiu. Os taxistas deram a dica, e os policiais disseram que não podiam fazer nada. Caso a prendessem e a levassem a uma delegacia, o delegado iria rir da cara deles.

Eu ainda escutei: “mandaram a gente meter a porrada nela, que eles fariam de conta que não tinham visto nada”. Um motorista de mais idade interveio: “E essas câmeras aí? Depois a gente faz o que eles mandam e ainda vai pra penitenciária!”. Meu carro chega e eu me despeço com um bom dia. A caminho do trabalho, o que, ano passado, no contra fluxo, levava 15 minutos, agora consome mais de 45. É estressante! No percurso, é fácil notar a grande quantidade de maus motoristas. Falo com o condutor sobre as carteiras de motoristas suspensas pelo Detran. E ele me diz: “falta prender ainda a turma que pede o do guaraná toda vez que a gente vai fazer vistoria lá –já virou instituição, e custa, no mínimo, R$ 50”. Depois dessa, falar o que?

sobre este blog

Blog do Orlando

Sexta cidade mais rica da sétima economia mundial, Manaus, que já ostentou o título de "Paris dos Trópicos", se vê a braços com os problemas de uma grande cidade. Hoje, mais para "Bagdá Equatorial", ela procura soluções para suas questões urbanas, sejam físicas, sejam de propostas de futuro. Estamos nela, falaremos dela!

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