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3 comentarios | 26 de Maio de 2014

Na Faixa

Crônica das terças-feiras do Caderno Bem Viver!

As faixas de pedestre!

As faixas de pedestre!

Toda vez que passo pela Djalma Batista, em frente ao Plaza, rumo ao trabalho, reclamo daquele sinal e me pergunto: a quem ele serve? Numa avenida tão cheia de passarelas e faixas de pedestre, precisamos fazer política até com os sinais de trânsito? E a constatação de que ele não serve de muita coisa vem logo em seguida: a menos de dez metros do complexo “sinal-faixa-que-atrapalham”, e numa proximidade razoável de uma passarela, sempre tem alguém, de forma irresponsável , tentando atravessar  fora do local estabelecido.

Lembro quando começaram a instalar aqueles alambrados, há cerca de dois anos, para impedir a travessia no local, limite de uma passagem de nível. A estrutura, à primeira vista, parecia feia, em termos estéticos, mas se revelava útil. Afinal, quem atravessar ali põe a sua vida em risco. Mas não demorou muito para que a população começasse a cortar a tela do gradil, para continuar a fazer exatamente a mesma coisa de antes, mesmo que aquilo colocasse sua integridade física em perigo.

Quando vejo alguém em cima do canteiro central, tenho vontade de abaixar a janela do carro e gritar: “- Tu ainda vais morrer, idiota!”. Mas desconfio que não serviria de nada. Se nem as grades, nem o sinal, resolveram, não será minha indignação mal educada que o fará!  São pessoas de todos os segmentos sócio-econômicos (do faxineiro ao dono da loja) que seguem fazendo o que não deve ser feito, mesmo que em prejuízo próprio. Aí me pergunto: o que poderia ser uma solução àquele problema?

Há quem diga que não tem jeito, que pau que nasce torto morre torto. Há quem afirme que ali só “porrada”. Existem os que advogam a aplicação de multas a pedestres – a teoria de que é preciso sentir no bolso - e até aqueles que põem à conta exclusiva de uma melhor educação no País a solução desses pequenos-vícios-não-cidadãos que insistimos em alimentar. Ao meu ver, a própria existência das faixas de pedestre, em vermelho, são a prova de que para tudo existe uma solução adequada. Afinal, elas são um recurso recente e bem sucedido, contrariando todas as expectativas. Pena que, no caso da travessia em frente ao Plaza, não sejam aplicadas como solução, e sim como transtorno!

sobre este blog

Blog do Orlando

Sexta cidade mais rica da sétima economia mundial, Manaus, que já ostentou o título de "Paris dos Trópicos", se vê a braços com os problemas de uma grande cidade. Hoje, mais para "Bagdá Equatorial", ela procura soluções para suas questões urbanas, sejam físicas, sejam de propostas de futuro. Estamos nela, falaremos dela!

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