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Sozinho no topo

Como agir para que possamos ter outros pontos de vistas do que ocorre no mercado? Ter um conselho administrativo, ou recorrer a um grupo de empresários? Veja quais as alternativas.

É notório e factual que as pessoas bem sucedidas – e com uma proporção maior entre empresários – passam cada vez mais a se isolar no “topo”, na medida em que vão alcançando um crescimento maior dos seus negócios. Existe uma tendência das pessoas que estão ao seu redor, ainda mais dos colaboradores, de terem medo de opinar ou até contrapor as ideias do “patrão”. Uns utilizam dessa “proteção” como uma estratégia natural do poder e dos louros do sucesso, e outros, porque a empresa cresceu muito, e o tempo de convívio com todos os funcionários tende a se perder ao longo do dia a dia. E nessa distância entre a estratégia e a operação, pode estar o perigo da sustentabilidade dos negócios. Grandes empresários se munem de um conselho administrativo, onde, profissionais experts de várias áreas se reúnem periodicamente, para opinar cada um dentro da sua especialidade, quais os caminhos que a empresa deve tomar. Já os pequenos empreendedores, por ainda estarem na operação dos negócios, conseguem rapidamente visualizar o que precisa ser feito. E colocam no mesmo momento em prática, o que a sua percepção aguçada detectou. Na realidade, por estar próximo da execução, a sua perspicácia permite de imediato, visualizar um mau atendimento, dar o desconto necessário se preciso, comprar um produto muito requisitado pela clientela, enfim; quando se é pequeno, o “comerciante” vende, administra, cobra, compra, e se for necessário até entrega.

 Desafio

O maior desafio é o médio empresário regional, que não é nem pequeno, e nem é gigante como uma empresa multinacional. Ou seja, não está na operação micro; e do topo, não consegue visualizar os detalhes que precisam ser ajustados para garantir a sobrevivência da empresa. E também não conta – por ter um alto custo – com o “famoso” conselho de gurus para opinar sobre as tendências de mercado e as estratégias que devem ser adotadas. E dessa forma, ele vai se isolando cada vez mais no topo do sucesso e da pirâmide. E com isso, as decisões passam a ser tomadas de apenas um ângulo. A sua.

Diante dessa realidade, criei uma nova versão de palestra que foi lançada no passado, cujo público alvo eram pessoas normais tentando entender o segredo dos campeões. Esse novo formato tem um foco justamente nesse empresário que cada vez mais tem menos pessoas ao seu redor para conversar, e não consegue dividir as opiniões, e nem ouvir as novas tendências de mercado. O encontro chamará “Papo Incomodal”. Como a minha empresa tem o privilégio de ter as informações do que acontece de melhor em termos de conhecimento em gestão, em função das parcerias com a FranklinCovey (maior empresa de treinamento e consultoria do mundo) e com a HSM (maior organização de palestras do mundo), conseguir criar um formato de encontro com o perfil do empresário. Rápido e direto. Com base em 6 perguntas, o participante é obrigado a refletir. E das respostas, muitas vezes incômodas, aparecerão percepções para garantir a sustentabilidade dos seus negócios. Uma metodologia inovadora baseada em coaching, e cujo contato com outros empresários no encontro, farão esse nicho de pessoas de sucesso, repensarem o seu negócio de uma forma muito rápida. Bem no estilo deles. Uma dica: É necessário humildade e estar disposto a quebrar paradigmas. Uma nova forma de acompanhar as mudanças com um modo dinâmico de informação. A distância entre o comodismo e a sabedoria é o conhecimento. O desafio está lançado.

sobre este blog

Blog do Oshiro

Aqui você fica sabendo sobre as tendências e as inovações do Desenvolvimento de Pessoas, a cultura do Atendimento com Encantamento, comportamento humano e os meus artigos publicados aos domingos no Caderno Dinheiro do Jornal A Critica.

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