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0 comentarios | 10 de Março de 2014

O dono do mundo

Para onde caminha a forma de negociar? Como prever o valor da inovação? Conheça quem e por que serão os novos donos do mundo!

O mundo da tecnologia até hoje viveu dois momentos distintos, onde, um foi e ainda é  representado pelo surgimento dos aparelhos tecnológicos, e o outro, pela criação dos sistemas que rodariam tais aparatos. Para ficar mais claro, um grupo é lembrado pelos computadores, notebooks, tablets e celulares, e outro pelos programas e aplicativos. E dentro desses segmentos temos os seus criadores e representantes, que além de engordarem as suas contas bancárias, se tornaram ícones de uma geração. Entre eles Bill Gates, Michael Dell e Steve Jobs que representam o primeiro grupo citado, e Larry Page, Sergey Brin – Google – e Mark Zuckerberg pelo Facebook. Mas, o que me leva a escrever essa semana, é a reflexão de um conceito que foi descrito quase duas décadas atrás sobre a tecnologia disruptiva. O autor dessa tese se chama Clayton M. Christensen. As tecnologias evolutivas provocam melhorias; as revolucionárias causam grandes alterações, e as disruptivas destroem o que existe. O notebook praticamente matou o computador de mesa. O tablet está gradativamente eliminando o notebook. E o celular vem fazendo isso com o telefone fixo, a máquina fotográfica e todos os outros citados. As maquinas de datilografia, o fax e o pager são aparelhos que jazem no cemitério dos produtos que “faleceram”. Diante de tais fatos acontecidos, uma manobra milionária e principal manchete da ultima semana, foi a compra do Whatsapp pelo Facebook.

Placar da tecnologia

 O placar da competição pela aquisição dos aplicativos, e programas que estão revolucionando a nossa forma de viver, está assim no momento: Google é dona do You Tube desde 2006 e pagou a bagatela de 1,9 bilhão. A Microsoft comprou o Skype em 2011 por 8,8 bilhões. E o Facebook arrematou o Twitter, Instagram e agora o Whatsapp por 19 bilhões de dólares. E a briga ou fusão pelas redes sociais tem um motivo. A rede só é válida se o seu amigo, ou se todos estão nela. E nesse segmento já aconteceram mortes ainda recentemente lembradas, tais como o Orkut e o MSN. E nessa fase de incertezas e disputas para ver quem vai ser o “dono do mundo”, que o criador do Face vem levando vantagem. Isso me levou à uma reflexão, pois eu, assim como uma grande maioria dos mortais, dedicamos diariamente mais que oito horas alternadas acessando o trio Facebook, Instagram e Whatsapp. E na maioria das vezes via um dispositivo móvel. E é nesse pequeno apetrecho, que hoje infelizmente tem até mais valor que a pessoa que está ao nosso lado – vide esse fenômeno nas mesas dos bares e restaurantes – que se encontra talvez a maior ameaça para a telefonia móvel que tanto nos frustra pelo seu mal serviço. Imagine um mundo conectado por redes wi-fi (ou outra que venha surgir) livres, e que nos permitissem falar e enviar mensagens sem a necessidade de consumir créditos ou contas vinculadas à uma empresa de celular. A paixão pela evolução, ou à quem ela nos leva, faz com que alteremos a nossa forma de viver, pensar e agir. A ponto de alguns dias atrás, o mundo entrar em pânico porque o Whatsapp de Zuckerberg saiu do ar. Por trás disso, uma série de questionamentos e piadas foram lançadas em um outro produto seu na rede. Por algumas horas, só se falou e se lamentou sobre isso no Facebook. É a força de um aplicativo que está revolucionando a forma de se comunicar. Ponto para Mark. Esse jovem de apenas de 29 anos, que está na dianteira de se tornar o “dono do mundo”. Até que se descubra uma nova tecnologia.

sobre este blog

Blog do Oshiro

Aqui você fica sabendo sobre as tendências e as inovações do Desenvolvimento de Pessoas, a cultura do Atendimento com Encantamento, comportamento humano e os meus artigos publicados aos domingos no Caderno Dinheiro do Jornal A Critica.

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