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0 comentarios | 15 de Abril de 2014

Ruptura

Em tempos de mudanças constantes, um produto ou serviço mata o outro da noite para o dia! Como as empresas estão visualizando isso?

Assim como a humanidade passou por fases que foram denominadas de Era agrícola, industrial e atualmente do conhecimento, a tecnologia vem se renovando também por períodos que podemos reconhecer como a fase do hardware, software e dos aplicativos. Enquanto o ciclo do primeiro exemplo demorou milhares de anos para acontecer, a transição da tecnologia levou menos de cinco décadas para transitar. Esse fenômeno vem recebendo o nome de economia de ruptura, ou seja, aquela que não consegue conviver pacificamente com produtos ou serviços antigos. Uma “mata” a outra. E é preciso ter coragem para lançar novidades que levará à óbito  a “vaca leiteira” atual. Risco que a Kodak não assumiu quando descobriu a fotografia digital, e que levou a empresa à bancarrota nos dias atuais por não ter apostado na evolução. E coragem que a Apple teve, ao lançar o iphone, que praticamente enterrou as vendas do produto – ipod - que tirou ela de anos de prejuízos. As organizações precisam cada vez mais também a aprender a ganhar pouco e produzir em larga escala. A economia hoje é mundial. O hardware no passado era acessível para poucas organizações com mais “poder de fogo”. Pessoas comuns, nem pensavam em ter computadores. O software abriu as portas dos lares da população, apesar de não ter preço competitivo. E os aplicativos popularizaram a tecnologia, e literalmente coube no bolso de todos no mundo inteiro. Os notebooks sacrificaram os computadores de mesa. E esse ano, pela primeira vez, os tablets venderam mais que os computadores móveis. A evolução disruptiva segue em ritmo acelerado.

O comércio de músicas até hoje ainda não descobriu a nova forma de gerar rendimentos. Aquilo que começou com os discos de vinil, transitou para o CD, depois para o pen drive, hoje está nem sei onde. Ou melhor, está na “nuvem”. Uma foi matando a outra, ou melhor, ainda não conseguiram ressuscitar o segmento. Os filmes que eram apenas nos cinemas, passaram para o vídeo cassete, depois para o DVD e hoje também está em algum servidor que ninguém sabe onde fica. Nesse meio tempo, ainda existe uma tecnologia que nem conseguiu decolar, na qual é chamada de Blu Ray. Com isso rompeu-se também a indústria cinematográfica, que ainda mantém o desafio de conviver com os cinemas; mas enterrou as locadoras. As NF eletrônicas matou a indústria de formulários. E as gráficas perderam faturamento também. Algumas ainda conseguem conviver pela tradição, como é o caso do rádio em relação à TV. E a internet comparando com o jornal e revistas. Conseguiram se complementar. Até quando essa convivência ainda será pacífica, não se sabe. Muitos meios de comunicação mundo afora fecharam as portas.

Carona amiga

Os aplicativos de celular para chamar os táxis, estão acabando com as cooperativas. Não é mais necessário o intermediário e uma central. E ao mesmo tempo, se criou uma comunidade denominada de “carona amiga”, que tendem a tirar público dos taxistas. E com o compartilhamento das informações em tempo real, os hotéis disputam lugares com as casas de família, que disponibilizam quartos de suas residências, a preços muito mais acessíveis. E assim caminha a humanidade. As transformações acontecem na velocidade da luz. Não estar plugado nas movimentações e não agir rapidamente com coragem e ousadia, faz com que você aumente o risco de ter uma morte súbita. Ou seja, dormir e não acordar. Essa é a realidade. Desperte!

sobre este blog

Blog do Oshiro

Aqui você fica sabendo sobre as tendências e as inovações do Desenvolvimento de Pessoas, a cultura do Atendimento com Encantamento, comportamento humano e os meus artigos publicados aos domingos no Caderno Dinheiro do Jornal A Critica.

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