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0 comentarios | 18 de Agosto de 2014

Como lidar com a agressão infantil?

Agressão infantil. Como lidar?

Agressão infantil. Como lidar?

Essa semana recebi um artigo da Baby Center sobre o comportamento dos pequenos do tamanho do meu – quase dois anos.  O texto falava sobre maus comportamentos – crianças que batem, mordem, etc.

Eu achava que isso acontecia mais pra frente, quando eles tivessem três anos. Talvez porque não veja esse tipo de comportamento no Nicolas. Ele não é muito de chamego mas também não é muito de “malinar” com crianças que não conhece.

Embora não esteja na creche, ele é bem sociável. Fala com todo mundo, adora bebês e é bem comunicativo. Pra não dizer que ele é um anjinho, ele “malina” das crianças mais próximas, tipo irmã e primo. Adora dar ordens. Mas já percebi que repete o que faço com ele quando brigo por fazer alguma coisa que não gosto.

Bater ou morder, nunca. Ele pisa nos maiores quando estão brincando na cama. E só. Risos.

Semana passada, o levei para brincar no pula-pula que tem perto de casa. Gosto de ir lá porque tem poucas crianças e, na idade dele, não dá pra dividir o brinquedo com crianças maiores.

Tinha um garotinho mais ou menos da idade dele. Depois perguntei e soube que ele tinha 1 ano e oito meses. Os dois ficaram juntos no pula-pula. Nicolas foi para o meio e o garotinho ficou brincando nas beiradas.

Depois de um tempo, o garotinho se aproximou do Nicolas e tascou várias mordidas no rosto do meu filho. Confesso pra vocês: fiquei estatelada. Não sabia o que fazer. Nicolas estava no meio do pula-pula. Não podia tirá-lo de lá.

Ele ficou tão assustado que ficou paradinho chorando e só depois correu até mim. Abracei ele e a mãe o garotinho brigou com o filho. Pediu pro menino dar um beijo no Nick e eu fiquei com medo de ele morder de novo. Mas deixei.

Os dois voltaram pro brinquedo e o menino voltou pra perto do Nick e mordeu de novo. Dessa vez, as costas. Nicolas ficou paradinho de novo e veio ao meu encontro chorando. A mãe do garotinho deu umas palmadas na mão dele o tirou de lá.

Eu não sei como agir. Fiquei perdida porque sei que a criança não tem culpa, embora tivesse ficado chateada.

Moral da história: como agir nessas situações?

O artigo do Baby Center, que dá algumas dicas, está aqui.

Por Mariane Cruz