Paola Oliveira protagoniza "Uma Professora Muito Maluquinha", longa inspirado na obra de Ziraldo

Na pele da personagem-título está Paola Oliveira, recém-saída da novela "Insensato Coração", em que viveu a heroína Marina. Aqui, a personagem é um tanto diferente. A professora Cate é uma moça à frente de seu tempo. Seus métodos pedagógicos não condizem com as diretrizes das escolas públicas da década de 1940

Filme com Paola Oliveira abre festival

Filme com Paola Oliveira abre festival (DIVULGAÇÃO)

De certa forma, o longa "Uma Professora Muito Maluquinha" é uma espécie de releitura infanto-juvenil do clássico "O Padre e a Moça", embora isso seja um detalhe que deve passar despercebido pelo público-alvo. Mas isso não importa, porque o longa cumpre sua função de se comunicar com as crianças, levando para as telas o livro do escritor-desenhista Ziraldo, com roteiro assinado por ele mesmo.

Na pele da personagem-título está Paola Oliveira, recém-saída da novela "Insensato Coração", em que viveu a heroína Marina. Aqui, a personagem é um tanto diferente. A professora Cate é uma moça à frente de seu tempo. Seus métodos pedagógicos não condizem com as diretrizes das escolas públicas da década de 1940.

Quando ela volta para sua cidade, no interior de Minas, e recebe uma classe de primário para ensinar, ela entra em choque com as professoras veteranas, que ensinam à moda antiga. Este é apenas um foco do filme, que tem um tom nostálgico sem soar empoeirado - o que pode agradar àqueles que já não estão mais na idade escolar.

Cate, além de dar aulas, é especialista em partir corações. Seja do poeta-bancário (Rodrigo Pandolfo), do professor de geografia (Max Fercondini), ou do galã local, Rodolfo Valentino (Ricardo Pereira). A relação mais tensa, no entanto, é com o jovem padre Beto (Joaquim Lopes), com quem viveria entre tapas e beijos se ele pudesse beijar, é claro.

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