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Criador do programa Pânico fala mal de Sabrina Sato

Empresário dono da Jovem Pan disse durante o programa de rádio que Sabrina traiu a equipe: "Tomamos um corno na cabeça"

Sabrina Sato

Sabrina Sato (Agnews)

O criador do programa Pânico, Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, conhecido como Tutinha, mostrou ressentimento com a apresentadora e modelo Sabrina Sato, que se despediu da atração nesta segunda-feira (16). Sabrina assinou contrato com a rede Record.

"Nós desejamos que ela se dane", disse ele rindo, em tom de ironia. E continuou alfinetando ao comparar a saída da apresentadora com uma traição amorosa: "Tomamos um corno na cabeça. É triste tomar uns cornos da namorada de dez anos".

A declaração de Tutinha foi dada durante participação no programa "Morning Show", da rádio Jovem Pan.

Tutinha que também é dono da rádio Jovem Pan, ainda criticou Sabrina por ter falado, em sua carta de despedida, que a saída do programa "dói demais". "Lágrimas de crocodilo. Como uma pessoa que fala que dói vai lá e dá um tiro na nuca de todo mundo? Então não dói tanto, né?".

Tutinha ainda ressaltou que o "Pânico" foi o responsável pela fama de Sabrina, atração que começou na rádio e partiu para a Rede TV e agora na TV Band. "Se você vê o primeiro trabalho dela no 'Pânico' e o de agora, você vê que tem todo um trabalho de personagem. Teve todo um trabalho de glamour, de beleza, que o 'Pânico' que fez. O pessoal do 'Pânico' se dedicou para ela estourar", alfinetou.

Apesar das críticas, Tutinha afirmou que não há ressentimentos com a apresentadora. "A gente tem que agradecer a Sabrina por dez anos do 'Pânico'. Ela colaborou demais com o programa. Não tem ressentimento de nenhum dos lados. Tem uns corninho que vão ser digeridos".

Desabafo de Sabrina

Em postagem na sua fan page no Facebook, Sabrina Sato resolveu escrever um post abrindo o coração: "Como nas melhores famílias, no Pânico fui feliz, sofri, amei, briguei, gargalhei, chorei, me senti forte, perdi o chão. Foi lá onde nasci, comecei a engatinhar, a andar, cresci e amadureci', disse.

Sobre a saída da atração dominical, ela ressaltou: "Hoje, 10 anos depois, sinto que é hora da filha sair de casa, andar sozinha. Tenho inquietações artísticas que preciso perseguir e desejos em minha vida pessoal que começam a despertar. Não está sendo fácil, doi demais, enquanto escrevo essa carta, ficar assistindo esse filme que passa na minha cabeça sem parar, é um filme que passa a minha historia, que se confunde com a historia do pânico e é muito difícil diferenciar onde começa um e onde termina o outro".