Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Ex-goleiro Bruno solta o verbo sobre as farras no Flamengo: ‘Mundo de ilusão’

Atleta condenado pela morte de Eliza Samudio revela as festas e orgias no mundo do futebol profissional, em entrevista inédita para a ‘Playboy’ deste mês

O ex-goleiro Bruno Fernandes em entrevista

O ex-goleiro Bruno Fernandes em entrevista (Reprodução/Internet)

Em trechos inéditos de uma entrevista que concedeu à revista “Placar” e publicada na edição deste mês da "Playboy", o ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes de Souza, preso em 2010, condenado pela morte da ex-amante, Eliza Samudio, abriu o jogo sobre as festinhas que rolavam entre os jogadores. A informação é do jornal Extra.

“Rolava muita festa, farra e orgia no meio dos jogadores. Foi numa dessas que eu conheci a Eliza”, entrega ele, contando ainda um caso de agressão envolvendo o ex-jogador do Flamengo Marcinho.

"Numa dessas festas, no meu sítio, o Marcinho estava meio alterado, perdeu a cabeça e levantou a mão para uma das meninas. Eu o empurrei na hora, ele me empurrou de volta, nos estranhamos... Eu gritei com ele: ‘Você é maluco? Bater em mulher? Deixa a menina em paz! Em mulher não se bate!”, lembra.

As festas, segundo o relato de Bruno, aconteciam enquanto ele já era casado. Ela (Ingrid Cavalheiros, sua atual mulher) ficava em casa esperando e eu estava nas festas, me esbaldando com três, quatro mulheres”.

Bruno também negou a fama de mulherengo atribuída a ele. “Nunca tive três mulheres ao mesmo tempo”, afirma. Ele também mostrou arrependimento pelas constantes farras. “Hoje eu dou valor à minha esposa. Nessas farras, a mulherada sempre está presente. Digo aos jogadores mais novos: ‘Isso é um mundo de ilusão’. Ame quem te ama. Nos momentos mais difíceis da vida a gente vê quem é quem”.

Por fim, o ex-goleiro voltou a dizer que nunca bateu em uma mulher e lembrou a violência doméstica que presenciou na infância. “Nunca bati em uma mulher. Mas quando eu era criança sempre via meu pai e minha mãe discutindo. Eles bebiam e saíam no tapa direto. Não sou a favor da violência contra a mulher”, finaliza.