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Ex-repórter diz em tribunal que espionou mensagens do príncipe William

O jornalista Clive Goodman, que foi para a prisão em 2007 por acessar ilegalmente mensagens de voz de celulares de assessores da realeza britânica, disse ter espionado as mensagens dos netos da rainda Elizabeth há quase uma década

Príncipe William

Príncipe William (Reprodução/Internet)

O ex-editor de assuntos da realeza do jornal News of the World, do magnata Ruper Murdoch, admitiu em um tribunal de Londres nesta quarta-feira que espionou as mensagens de voz dos príncipes Harry e William, e da mulher de William, Kate Middleton.

O jornalista Clive Goodman, que foi para a prisão em 2007 por acessar ilegalmente mensagens de voz de celulares de assessores da realeza britânica, disse ter espionado as mensagens dos netos da rainda Elizabeth há quase uma década à procura de histórias enquanto trabalhava no News of the World.

Do final de 2005 até a prisão de Goodman, o telefone de Kate foi invadido 155 vezes, apesar de ela frequentemente mudar a senha de acesso às suas mensagens de voz, o de William foi violado 35 vezes e o de Harry, nove, de acordo com o que foi relatado à corte.

Goodman rastreou as mensagens de Kate - conhecida como duquesa de Cambridge desde seu casamento com William há três anos - na véspera de Natal, no Dia de Natal e no dia seguinte, em 2005. A última vez foi em 7 de agosto de 2006, um dia antes de ele ser detido pela polícia.

Apesar de espionar regularmente a realeza, Goodman disse que os investigadores nunca lhe perguntaram antes sobre o grampo nos telefones dos príncipes e isso não tinha sido revelado antes do julgamento.

O júri na corte de Old Bailey já tinha ouvido durante o julgamento como as gravações das mensagens dos príncipes foram descobertas, incluindo uma na qual William chamava Kate de "Babykins" (docinho), mas não quem era o responsável.

"Estou bem contente por tudo isso estar aí, e abertamente", disse Goodman à corte. "Não quero que ninguém pense que não estou envergonhado do que fiz."

Goodman e o detetive particular Glen Mulcaire, que trabalhava para o jornal, foram presos em janeiro de 2007, embora na época se tenha considerado que o envolvimento do ex-editor de assuntos da realeza tinha sido limitado aos assessores dos príncipes.