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Jennifer Aniston fala de 20 anos de "Friends" e papéis de durona

Aniston, de 45 anos, conversou com sobre a emoção de fazer uma comédia sobre o mundo do crime, interpretar papéis femininos fortes e o fenômeno "Friends" dez anos após o fim da série

Jennifer Aniston

Jennifer Aniston (Reprodução/Internet)

Depois de interpretar a queridinha Rachel Green durante dez anos no seriado cômico "Friends", Jennifer Aniston passou a última década procurando papéis nos quais poderia “chutar o pau da barraca”.

Em "Life of Crime", que estreia nos cinemas norte-americanos nesta sexta-feira, Aniston vive a perua e socialite Mickey Dawson na Detroit dos anos 1970. Quando ela é sequestrada, seu marido infiel pondera se paga seu resgate ou não.

Aniston, de 45 anos, conversou com a Reuters sobre a emoção de fazer uma comédia sobre o mundo do crime, interpretar papéis femininos fortes e o fenômeno "Friends" dez anos após o fim da série.

 Pergunta: O que a atraiu no papel de Mickey?

Resposta: Foi muito divertido, como se imaginaria que fosse todo roteiro adaptado do (escritor) Elmore Leonard, e a trajetória da personagem é incrível. É muito raro encontrar mulheres, especialmente em um filme de muitos personagens, que têm tantas coisas a fazer e um começo e um fim tão sensacionais, então eu estava pronta para fazer logo de cara.

P: Como você se relacionou com a passividade inicial dela diante do casamento fracassado?

R: Eu era menina nos anos 1970, e as mulheres estavam presas a situações infelizes das quais não sabiam como sair, não é como hoje que, se alguma coisa cheira um pouquinho mal, você pensa 'vou me mandar daqui já'. Por isso realmente adorei como a personagem foi escrita, e ela realmente é dura na queda.

P: Como você interpretou a conexão de Mickey com seu sequestrador Louis (o ator John Hawkes)?

 R: Ah meu Deus, ele estava salvando-a, foi seu salvador de uma maneira estranha, distorcida. E acho que ela sentiu isso, mesmo por baixo da máscara, que é o relacionamento de um casal estranho que se forma, e acho que é adorável. Meio como a síndrome de Estocolmo.

 P: Você aceitou papéis que exploram toda a variedade da comédia, do humor escrachado ao humor negro deste filme. O que atrai você nos temas mais indigestos?

R: Neste caso havia tanto drama, tanta coisa acontecendo, muita empolgação – como nas cenas com o marido horrível e o sequestro, e basicamente todas as coisas horríveis acontecem nessa hora, e aí a fuga – foi como uma travessura. Não se fazem mais filmes assim.

 P: Que tipo de mulher você se sente atraída a viver depois de interpretar Rachel em "Friends" durante dez anos?  

R: Mulheres que normalmente têm uma trajetória realmente positiva e se tornam mais fortes no fim dela, saindo de circunstâncias que parecem simplesmente insuperáveis, e o fato de que você realmente passa por isso e sobrevive e fica mais forte e chuta o pau da barraca. Gosto disso. Não dá para dizer que a (personagem de “Quero Matar Meu Chefe”) doutora Julia é assim, ela não merece.

P: O 20º aniversário da estreia de "Friends"' está chegando.

R: Isso já não aconteceu?

 P: Setembro de 2014 é 20 anos depois...

R: A primeira vez em que foi ao ar? Pensei que tivesse sido no ano passado. Que bom, estou um ano mais jovem! Acabei de ganhar um ano, que ótimo.

P: O que você ainda pensa do programa e dos fãs?

R: Gosto da sensação de que ainda continua, é como aquele coelhinho da pilha Energizer, continua andando, é incrível. É transcendente, não sei qual é o segredo, mas me deixa muito feliz. Adoro até quando passa na televisão.

P: Você sente falta de Rachel?

R: Encontro com ela todo dia em casa. Não preciso sentir falta dela, ela está em toda parte! (risos)