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Phillip Seymour Hoffman não deixa herança para os filhos para que 'não cresçam como riquinhos'

O dinheiro vai todo para sua ex-parceira, a figurinista Mimi O’Donnell, mãe das crianças, com quem Hoffman manteve um relacionamento de 14 anos

O ator Philip Seymour Hoffman foi encontrado morto em seu apartamento em Nova York

O ator Philip Seymour Hoffman foi encontrado morto dentro de seu apartamento em fevereiro (Reprodução/Internet)

Pense num trio de crianças ressentidas: documentos judiciais divulgados nesta semana relativos ao espólio do ator Phillip Seymour Hoffman, morto no dia 2 de fevereiro por conta de uma overdose de heroína, informam que ele não deixou nenhuma parte de seu patrimônio, estimado em US$ 35 milhões, para seus três filhos Cooper, 11, Tallulah, 7, e Willa, 5, no desejo de que eles "não cresçam como riquinhos”.

O dinheiro vai todo para sua ex-parceira, a figurinista Mimi O’Donnell, mãe das crianças, com quem Hoffman manteve um relacionamento de 14 anos. Apesar de nunca terem se casado, devido à descrença do ator na instituição do matrimônio, eles viviam juntos em um apartamento no bairro nova-iorquino de Greenwich Village até se separarem, em 2013.

De acordo com o site E!, o consultor financeiro de Hoffman, David Friedman, afirmou ao advogado James H. Hill que o artista confiava o dinheiro a O’Donnell por ter plena confiança de que ela o usaria para criar seus filhos.

Filhos em cidades com arte e cultura

Suas vontades não param por aí: um testamento prévio, datado de 2004, manifestava seu desejo de ver o filho Cooper (o único nascido até então) crescer em Manhattan, na cidade de Nova York, ou nas cidades de Chicago ou São Francisco.

No documento, ele prossegue pedindo, caso a pessoa responsável pelas crianças não possa residir nesses locais, que ela permita que seu filho os visite pelo menos duas vezes ao ano para que ele seja exposto à cultura, artes e arquitetura que eles oferecem.

Esse pedido causou certa estranheza na cena cinematográfica norte-americana por Hoffman não ter incluído Los Angeles, meca do cinema do país, na sua lista de locais em que seu filho pode ser exposto à cultura e artes.