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Alto custo deixou clubes manauaras fora da Arena da Amazônia neste sábado (5)

Nacional e Fast reclamaram de despesas que teriam no estádio da Copa do Mundo, e optaram por levar o jogo para o Clube do Trabalhador

Nacional e Fast fazem uma das semifinais do campeonato amazonense

Jogo deste sábado (5) é pela 4ª rodada do Estadual (Alexandre Fonseca)

Os clubes Nacional e Fast desistiram de realizar o clássico do Campeonato Amazonense na Arena da Amazônia, neste sábado (5). O alto valor para utilização do estádio foi o motivo alegado pela diretoria dos dois times, que transferiram o confronto válido pela quarta rodada do Estadual para o campo do Clube do Trabalhador (Sesi), na Zona Leste de Manaus.

Segundo o vice-presidente do Fast, Edson Rosas, a decisão foi tomada devido à relação custo-benefício desfavorável. "É como se tivesse que pagar para jogar na Arena. É um absurdo, os custos são muito altos. Só de quadro móvel, temos que pagar R$ 28 mil. Estamos pensando em outros estádios para próximos jogos."

O Nacional se pronunciou por meio de sua assessoria de imprensa e ressaltou que é "indispensável pensar na arrecadação para pagar as despesas". Além disso, o clube já vai utilizar a Arena na próxima quarta-feira para o jogo contra o São Luiz, válido pela Copa do Brasil.

Até agora, apenas uma partida entre times locais aconteceu efetivamente na Arena Amazônia após sua inauguração, que foi a final do primeiro turno do Campeonato Amazonense entre Princesa e Fast. O jogo atraiu 11 mil torcedores ao estádio e custou R$ 33 mil ao bolso dos organizadores - a renda não foi divulgada.

No meio da semana, a Arena Amazônia recebeu o confronto entre Resende e Vasco, o primeiro grande teste do estádio. Palco de quatro partidas da Copa do Mundo, inclusive o clássico entre Inglaterra e Itália, o estádio recebeu mais de 40 mil torcedores e arrecadou R$ 2,1 milhões.

* Com informações da repórter Bruna Chagas, em especial para O Estado de S. Paulo.