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No Brasil, Valcke diz que há muito a ser feito em 24 dias

O dirigente vai ao longo dos próximos dias visitar mais uma vez todas as 12 cidades-sede, ao lado do secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luís Fernandes, e do diretor-executivo do COL, Ricardo Trade, para monitorar o andamento da preparação para a competição

Valcke anda preocupado sobre o andar das obras inacabadas para a Copa do Mundo há menos de um mês para o evento

Valcke anda preocupado sobre o andar das obras inacabadas para a Copa do Mundo há menos de um mês para o evento (Reprodução)

O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, desembarcou nesta segunda-feira (19) no Brasil para acompanhar a reta final de preparativos para a Copa do Mundo e disse que terá bastante trabalho pela frente, uma vez que ainda há muito a se fazer nos 24 dias que faltam para a abertura da competição.

"Temos dias de muito trabalho pela frente, já que ainda há muito a ser feito em um esforço coletivo da Fifa, do COL (Comitê Organizador Local), do governo federal, das cidades-sede e dos Estados", disse Valcke em coluna publicada no site da Fifa após o desembarque dele.

"Nós nos concentraremos principalmente em assegurar que tudo esteja funcionando para as 32 seleções, para os cerca de três milhões de pessoas que assistirão às partidas nos 12 estádios e para os bilhões que verão o evento pela TV", afirmou Valcke.

A primeira parada de Valcke no Brasil foi a Arena Corinthians, estádio que sediará a abertura do Mundial entre Brasil e Croácia no dia 12 de junho e que, no domingo, recebeu o único jogo oficial antes do Mundial, mas não pôde ser testada por completo devido aos atrasos nas obras. O público pagante foi de 36.694, bem menos do que a capacidade total, de 68.000.

"A Arena de Sao Paulo ainda precisa de 100 por cento de empenho de todos para garantir a estrutura necessária para a abertura", escreveu Valcke em sua conta no Twitter.

"Um evento teste não se compara em escala, necessidades e atenção global da abertura da Copa 2014."

O estádio de Curitiba também ainda está incompleto, o que tem complicado o trabalho dos organizadores para instalar a infraestrutura interna necessária para os jogos do Mundial, como as redes de dados de telefonia, por exemplo. Das 12 arenas da Copa, somente duas (Belo Horizonte e Fortaleza) ficaram prontas dentro do prazo estabelecido pela Fifa.

Valcke também se referiu na coluna aos protestos contra a realização da Copa do Mundo que têm ocorrido em algumas cidades do país. Na semana passada, membros do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) atearam fogo a pneus em frente ao estádio da abertura da Copa para protestar contra os gastos com a realização do Mundial e por melhores serviços públicos.

O dirigente rebateu o lema "Não Vai Ter Copa" adotado por alguns manifestantes.

"Não restam dúvidas: vai ter Copa. Na verdade, a Copa do Mundo da Fifa já chegou ao Brasil, e todo o planeta está acompanhando com expectativa."