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Brasil terá time jovem e com pouca experiência em Mundiais

Mesmo diante da pressão de jogar uma Copa em casa pela primeira vez desde 1950, e com a cobrança adicional de ter de apagar as lembranças amargas do Maracanazo, Felipão acredita que os jogadores têm bagagem para lidar bem com a situação

A média de idade dos jogadores de linha é menor que 27 anos

A média de idade dos jogadores de linha é menor que 27 anos (Reprodução)

O Brasil vai buscar seu sexto título mundial, o primeiro em casa, com somente seis jogadores que já estiveram em uma Copa do Mundo e com um time com idade média de 27 anos entre os homens de linha.

A falta de experiência, no entanto, não é vista como um problema pelo técnico Luiz Felipe Scolari, pelo contrário.

"Desenvolver com esses jovens é mais fácil do que desenvolver muitas vezes com jogadores mais experientes que estão quase no fim de carreira, que já não têm mais aquela ambição. Além da ambição, esses jovens gostam do que fazem", disse Felipão nesta quarta-feira (7) após divulgar a lista de convocados para o Mundial.

Dos 23 chamados pelo técnico, somente Julio Cesar, Thiago Silva, Daniel Alves, Maicon, Ramires e Fred têm experiência em Mundiais, todos remanescentes do time que fracassou sob comando de Dunga na Copa de 2010 na África do Sul. O goleiro também esteve no Mundial de 2006, como segundo reserva.

Sem contar os três goleiros, que estão acima dos 30 anos, a média de idade dos jogadores da seleção é de 27 anos. Neymar e Oscar, dois dos principais nomes da equipe, têm ambos 22 anos. O caçula da seleção é Bernard, de 21 anos, uma das principais armas de Felipão para o decorrer das partidas.

Na lista divulgada pelo treinador, a predileção por mais jovens em detrimento a atletas de maior experiência ficou evidenciada pelas ausências de nomes como Kaká e Robinho, que estiveram nas duas últimas Copas do Mundo. Em vez deles, o técnico optou, por exemplo, por Willian, de 25 anos.

"A experiência que esses jogadores estão ganhando nas competições que eles jogam atualmente me faz acreditar que eles não sentirão muito essa diferença de jogar uma liga europeia, um campeonato forte, de uma Copa do Mundo, embora saiba que ter um pouco mais de experiência em determinados momentos seja importante", disse o treinador, ele próprio um veterano de Mundiais com duas participações (2002 com o Brasil e 2006 com Portugal).

Além de contar com sua própria experiência e a de outros integrantes da comissão-técnica --o coordenador Carlos Alberto Parreira, por exemplo, vai para sua décima Copa do Mundo-- Felipão vai levar ex-jogadores experientes para fazer palestras.

"Vamos convidar alguns ex-campeões mundiais, algumas pessoas com babagem muito boa, para que eles venham e também nos ajudem com algumas palestras entre nós, comissão e jogadores, para termos um ambiente e colocarmos alguma coisa a mais", disse.