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Seleção nem tão diferente para amistoso contra a Colômbia

Oito dos jogadores da Seleção Brasileira estiveram na campanha da Copa do Mundo deste ano no país. Dunga quer fazer a transição de maneira gradual

Jogadores estão focados no confronto de domingo

Jogadores estão em transição (Clóvis Miranda)

O recomeço da seleção brasileira após a decepção na Copa do Mundo terá oito remanescentes do torneio e Neymar como capitão, na partida de sexta-feira (5), contra a Colômbia, em partida nos Estados Unidos que marcará também a reestreia do técnico Dunga, que defende que os jogadores superem o trauma e joguem com prazer.

"O Neymar gosta de desafio e gosta de vencer. Esses são dois requisitos que todo capitão deve ter", disse Dunga em entrevista coletiva, acrescentando que o atacante é uma "referência" para o futebol brasileiro.

Dunga testou nas duas atividades com bola um time com oito jogadores que estiveram na Copa mais o zagueiro Miranda, o lateral Filipe Luís e o atacante Diego Tardelli, que não estiveram no Mundial. O Brasil deve jogar com Jefferson, Maicon, Miranda, David Luiz e Filipe Luís; Luiz Gustavo, Ramires, Oscar e Willian; Neymar e Tardelli.

A partida contra a Colômbia representa a volta de Dunga depois de quatro anos longe da seleção; o reencontro de duas seleções que se enfrentaram no Mundial e o primeiro jogo do Brasil após as derrotas para Alemanha e Holanda.

“Nós no futebol fazemos o que gostamos, então não tem que ter medo ou angústia, tem que ter prazer do que faz”, declarou Dunga antes do treino em Miami.

“Todos aqui têm vontade de reescrever a história... é bom estar na seleção, mas com ela vem o kit cobrança do torcedor, de vocês da imprensa e deles mesmos. Temos que dar o melhor individualmente e coletivamente para sermos felizes de novo”, completou.

O treinador vem usando sua própria experiência na seleção, do fracasso de 1990 na Itália ao tetracampeonato em 1994, nos EUA, para estimular e motivar o grupo, abatido por duas derrotas em casa, 7 x 1 para a Alemanha e 3 x 0 para a Holanda.

”É importante termos um referencial e a história se repete desde que tenhamos atitude em campo e que mudemos a forma de pensar e trabalhar”, disse ele.

As derrotas no Mundial distanciaram a seleção da torcida e Dunga reconhece que só com resultados, dedicação e títulos o torcedor voltará a acreditar no Brasil. “O torcedor quer ver uma seleção vibrante e dando 110 por cento em campo, dando o máximo possível”, avaliou.

“Vamos conseguir o resultado com foco, trabalho, determinação e dedicação. É isso que todos querem.”

Depois de um período sob o comando de Luiz Felipe Scolari com um homem de área, o começo de trabalho de Dunga será sem centroavante e com dois homens leves na frente: Neymar e Tardelli.

“Os jogadores precisam criar espaço num futebol de espaços reduzidos. Se o atacante fica como referência, fica mais cômodo para o zagueiro marcar. Se se mexe, tira o sincronismo da defesa e abre espaços”, finalizou o técnico.