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Argentina e Alemanha protagonizam terceira final juntas

Diversas similaridades rondam o terceiro encontro de sulamericanos e europeus em uma final de Copa do Mundo. A Argentina venceu em 1986 com Maradona em campo, a Alemanha deu o troco em 1990 com o conjunto mais forte da Copa. Desta vez, será Messi contra os melhores onze jogadores da Copa do Mundo até aqui. Quem vai levar?

Não tenha dúvidas: domingo (13) será uma guerra

Não tenha dúvidas: domingo (13) será uma guerra (Reprodução)

Argentina e Alemanha irão protagonizar uma final histórica no Maracanã no próximo domingo (13). Partidas de muita rivalidade marcam os encontros das duas seleções que se enfrentam pela terceira vez em finais de Copa do Mundo, com uma vitória para cada lado.

Nossos hermanos se sagraram bi-campeões na Copa de 1986, em cima da então Alemanha Ocidental. Os alemães deram o troco na Copa seguinte - realizada na Itália, em 1990 -, e levantaram a taça pela terceira vez.

Agora, sulamericanos e europeus reaparecem no cenário mundial do futebol, novamente como os finalistas e donos do melhor futebol do momento após longo período de ostracismo.

Mesmo que os dois últimos encontros entre as seleções em Copas dê vantagem para os alemães, esta nova final traz elementos já conhecidos das finais passadas entre sulamericanos e europeus.

O melhor do mundo

Assim como em ’86 e ’90 a Argentina contava com o jogador capaz de mudar o rumo de uma partida com poucos toques. Aquele que, para nosso contra gosto, é considerado o melhor de sua geração: Don Diego Armando Maradona.

Caçado em campo pelos alemães, ‘El Pibe’ conseguiu fazer a diferença contra a força física dos germânicos e pôde dar a vitória do mundial à Argentina pelo placar de 3 a 2 no estádio Azteca.

Esta responsabilidade de fazer a bola correr pelo campo e coordenar as jogadas ofensivas cabe agora ao garoto de ouro da seleção argentina: Lionel Messi. Escolhido por quatro vezes como o melhor jogador do mundo atuando pelo Barcelona, Messi tem a chance de ser aclamado de maneira inconteste como um verdadeiro monstro do futebol caso consiga fazer a Argentina tri-campeã mundial.

Conjunto forte

Se não tem a seu favor um jogador do quilate de Messi, os alemães trazem para a decisão o conjunto mais forte visto nesta Copa do Mundo, como da última vez que foram campeões mundiais.

Na Itália, em 1990, Lotthar Matthäus, Rudi Voller, Jürgen Klinsmann, Andreas Brehme e Jürgen Koehler – além de Franz Beckenbauer como técnico -, formavam uma equipe que já havia sentido o gosto da derrota para os argentinos, e não iam deixar isso acontecer novamente.

Após uma verdadeira batalha de nervos em campo, a Argentina viu Dezotti e Monzón expulsos por faltas duras o que impossibilitou de contêr o avanço alemão. Brehme marcou o gol do tri-campeonato.

O estilo mais técnico de toque de bola da defesa ao ataque de Müller, Khedira, Özil, Schweinsteiger e companhia pouco lembra aquela equipe de ’90, que possuía grande vigor físico, fazia lançamentos longos e cruzamentos na área durante todo o jogo.

Hoje, eles formam uma equipe altamente técnica, precisa e compacta no ataque. Já são quase oito anos jogando juntos, o que faz dela a seleção nacional mais bem entrosada da Copa do Mundo.

Resta saber qual das duas histórias irá se repetir: a do melhor jogador em campo ou a do melhor conjunto.