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"Quem já não deu um murro na cara do outro?", questionou o presidente da Gaviões da Fiel

O presidente da Gaviões da Fiel, torcida organizada do Corinthians, justificou os atos de vandalismno no CT do clube no último sábado (4) ao afirmar que a violência "está espalhada em toda a sociedade"

Wagner da Costa admitiu que haviam membros da torcida Gaviões da Fiel na invasão do Centro de Treinamento do Corinthians no último sábado (1)

Wagner da Costa admitiu que haviam membros da torcida Gaviões da Fiel na invasão do Centro de Treinamento do Corinthians no último sábado (1) (Reprodução)

O presidente da torcida organizada do Corinthians, Wagner da Costa, falou publicamente nesta terça-feira (4) desde o episódio da invasão de torcedores ao CT do Timão no último sábado (1). “A violência está espalhada em toda sociedade. Quem já não deu um murro na cara do outro?”, disse o dirigente. Aproximadamente 100 membros da torcida Gaviões da Fiel invadiram o local e agrediu jogadores do elenco.

Wagner negou que o ato tenha sido premeditado e argumentou sobre o ato de protesto que descambou para a violência e vandalismo. "É como se os jogadores estivessem lá roubando o salário do Corinthians. Do mesmo jeito que a população foi para as ruas nas manifestações de junho, estamos lutando por nossos direitos", desabafou Wagner, também é conhecido como B.O. abreviação de Boneco de Olinda. "É como os rolezinhos. Um chamando o outro pela rede social. Lógico que tinha torcedor organizado, se não estaria mentindo”, continuou.

Conforme notícia publicada na Folha de São Paulo, Wagner afirmou que já estava na hora da torcida corinthiana protestar contra o time que, segundo ele, está ‘em greve’ desde 2013. "Repudiamos a violência e os atos de vandalismo, mas que estava na hora de fazer protesto, estava. Parece até piada, os jogadores falando em fazer greve. Eles precisam é voltar da greve, pois não estão jogando nada desde o ano passado", concluiu.

Elenco quer greve

O elenco do Corinthians está analisando a possibilidade de entrar em greve e não jogar mais as partidas do Campeonato Paulista em protesto aos atos de vandalismo sofrido pelos jogadores na última semana. A medida está sendo estudada pelo sindicato dos jogadores e pelo movimento Bom Senso, que reúne diversos jogadores do Brasil e que pedem melhorias no futebol nacional.