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Com titulares definidos, reservas lutam para jogar alguns minutos

O Brasil vai estrear no Mundial contra a Croácia, em 12 de junho, em São Paulo no estádio chamado Arena Corinthians, o Itaquerão

A confiança no time titular é considerada por Felipão um dos pilares para o sucesso do time na Copa das Confederações

A confiança no time titular é considerada por Felipão um dos pilares para o sucesso do time na Copa das Confederações (Vipcomm/Gaspár Nóbrega)

A seleção brasileira está praticamente escalada para a Copa do Mundo há quase um ano, o que transforma a vida dos jogadores reservas numa luta diária em busca de provar que merecem jogar alguns minutos nas partidas do Mundial.

A não ser por contusão ou suspensão, Felipão deve repetir no Mundial o mesmo time que conquistou o título da Copa das Confederações com cinco vitórias em cinco jogos: Julio Cesar; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; Hulk, Neymar e Fred.

Essa foi a formação utilizada pelo técnico no treino da manhã nesta quinta-feira (29) na Granja Comary, o primeiro em que ele separou as equipes entre titulares e reservas desde o início da preparação para a Copa, na segunda-feira, em Teresópolis (RJ).

Mesmo no caso de titulares que ficaram no banco de reservas de seus clubes, como Marcelo e Paulinho, ou que enfrentaram problemas físicos antes do Mundial, como Oscar, Felipão se mantém fiel ao que os jogadores apresentaram quando defenderam a seleção.

"A gente sabe que o time está muito bem entrosado e muito bem definido, hoje é difícil entrar numa vaga no time titular porque está realmente muito bem encaixado", reconheceu o meia Hernanes, um dos reservas com mais chances de entrar em campo no Mundial como alternativa no segundo tempo, como aconteceu na Copa das Confederações.

"Nosso objetivo de quem não está jogando é sempre jogar, e isso é positivo para o grupo porque não deixa que o cara que está de titular relaxe", acrescentou o meia, que tem a seu favor o fato de poder jogar também como volante.

A confiança no time titular é considerada por Felipão um dos pilares para o sucesso do time na Copa das Confederações, em que o Brasil venceu a Espanha por 3 x 0 na final no Maracanã, em junho, e uma aposta do treinador para o Mundial.

Após ter assumido o time no lugar de Mano Menezes no fim de 2012, a prioridade do técnico foi definir um esquema tático e montar a base da equipe. Desde que encontrou seus 11 titulares, praticamente só fez testes entre os reservas.

No treino coletivo em campo reduzido nesta quinta, por exemplo, o técnico não fez qualquer substituição. O discurso dos titulares é o esperado: respeito aos reservas.

"Não me sinto garantido na seleção, se eu falar assim é até um desrespeito com o Maxwell", disse o lateral-esquerdo Marcelo, dono incontestável da camisa 6 do Brasil, apesar de ter ido para o banco do Real Madrid e do respeito pelo colega Maxwell, do PSG.

"Estamos no mesmo barco, estamos disputando uma posição, eu brigo para jogar e ele briga para jogar, estamos aqui para ajudar o grupo da seleção. Não me sinto confortável", acrescentou.

Além dos treinamentos diários, os jogadores reservas terão oportunidades de mostrar ao técnico suas qualidades nos amistosos da semana que vem contra Panamá e Sérvia, em que alguns titulares devem ser poupados por questões físicas.

Maxwell é inclusive candidato a ser titular em ao menos um dos jogos, uma vez que Marcelo foi o último jogador do Brasil a encerrar a temporada por seu clube, tendo vencido a final da Liga dos Campeões com o Real Madrid no sábado.