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Após agressão, Paiva se justifica e chileno cobra punição mais severa

O assessor de comunicação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Rodrigho Paiva, falou pela primeira vez sobre o caso do atrito contra o atacante chileno Maurício Pinilla durante o intervalo da partida entre as duas seleções pelas oitavas de final. O chileno cobrou uma punição mais pesada ao brasileiro

Paiva teria desferido um soco no jogador a caminho do vestiário das seleções

Paiva teria desferido um soco no jogador a caminho do vestiário das seleções (Bruno Kelly)

O diretor de comunicação da CBF, Rodrigo Paiva, se defendeu das acusações de agressão contra o atacante chileno Mauricio Pinilla. Na partida entre Brasil e Chile, pelas oitava de final do Mundial, ele teria desferido um soco no jogador a caminho do vestiário das seleções.

O caso está sendo investigado, mas a Fifa já puniu o porta voz da entidade com a proibição de sua presença na coletiva de imprensa da Seleção após a partida contra a Colômbia, na próxima sexta-feira (27). Paiva se manifestou por meio de uma nota no site da CBF e não comentou mais nada sobre o assunto com a imprensa que cobre a Seleção na Granja Comary, em Teresópolis.

"Respeito, como sempre respeitei, as decisões da FIFA. O caso está sendo investigado pelo Comitê Disciplinar da entidade, e o mesmo já tem à sua disposição provas da conduta reprovável por parte de membros da delegação chilena e que trarão luz à verdade dos fatos", diz a nota.

No microblog Twitter, o atacante chileno Pinilla questionou a punição da Fifa, comparando a agressão sofrida por ele à de Suárez em Chielline, e ainda chamou o funcionário da CBF de "deliquente".

"É um deliquente esse Paiva. Não entendo essa punição ridícula. Suárez por uma mordida teve sua carreira posta em risco. Um chefe de imprensa (punido por) uma partida por um soco na cara?", criticou.