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II Oficina de Benguela em Manaus quer difundir estilo diferente de Capoeira

A Benguela é conhecida como um ritmo ou toque que se diferencia na Capoeira por ser um pouco mais lento. Neste jogo, os participantes da roda utilizam movimentos mais quebrados e o jogo é conduzido mais no chão. O nome Benguela homenageia uma cidade angolana de mesmo nome


Benguela ainda é um ritmo pouco visto nas rodas de Capoeira do Amazonas

Benguela ainda é um ritmo pouco visto nas rodas de Capoeira do Amazonas (Divulgação)

Com o intuito de difundir no Amazonas um novo ritmo da Capoeira, acontece a partir desta quarta-feira (11) até sábado (14) a II Oficina de Benguela. O evento é itinerante e teve início na noite desta quarta-feira, na Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus, totalmente gratuito.

Na quinta-feira (12) o evento terá inicio às 16h e segue até às 18h na Mini Vila Olímpica do Coroado, localizada na Alameda Cosme Ferreira, 871, Coroado, Zona Leste. Na sexta-feira (13) a oficina ocorrerá em dois horários, sendo das  9h às 10h30 e das 16h às 17h30, também na Mini Vila Olímpica do Coroado. No dia do encerramento, no sábado (14), a roda de capoeira será formada no Parque dos Bilhares, na avenida Djalma Batista, Chapada, Zona Centro Sul, a partir das 18h até 19h30.

Segundo o organizador do evento, Vander Araújo, mais conhecido como Pililim, qualquer pessoa que pratique o esporte pode participar da Oficina. Para tanto, basta comparecer ao evento nos horários indicados e não é necessário realizar inscrição.

“Este ritmo ainda é pouco visto nas rodas de Capoeira do Amazonas, e com a oficina espero que os participantes tenham um contato maior e possam disseminar o ritmo. O evento vai ser ainda uma ótima oportunidade para os praticantes do esporte confraternizarem e trocarem experiências. Além disso, a capoeira regional e contemporânea também farão parte da programação”, contou o organizador do evento, Vander Araújo, o 'Pililim'.São esperados no evento uma média de 200 capoeiristas, que estão vindo do interior do Estado em busca do novo aprendizado. Este é o caso do aluno Fimderley Sakamoto, mais conhecido como Sindeco, que veio de Parintins para participar da Oficina.

“A participação na Oficina é muito importante para aqueles que buscam se aprimorar no esporte. Eu vim para aprender mais e também passar aquilo que eu sei; ter realmente uma troca que só engrandece o esporte. Além disso, irei representar o meu município de Parintins e mais tarde passar para meus alunos tudo que aprendi”, disse Sindeco.