Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Ana Paula Feitosa vai com tudo para o Sul-Americano de Cross Country, disputado no Paraguai

A paraense radicada em Manaus será uma das três representantes brasileiras na categoria juvenil feminina a viajar para Assunção, no Paraguai, onde a competição será realizada

Ana Paula Feitosa treina em Manaus no Centro de Treinamento de Alto Rendimento da Amazônia (CTARA) da Vila Olímpica

Ana Paula Feitosa treina em Manaus no Centro de Treinamento de Alto Rendimento da Amazônia (CTARA) da Vila Olímpica (Bruno Kelly)

Ana Paula Feitosa, de apenas 17 anos, irá representar o Amazonas durante o Campeonato Sul-Americano de Atletismo Cross Country, em Assunção, no Paraguai, a ser realizado no próximo domingo (23). Natural de Marabá, no Pará, a atleta treina e mora há um ano na Vila Olímpica de Manaus.

O Sul-Americano será o primeiro desafio internacional da jovem atleta, que se classificou para a competição ao conquistar a medalha de prata na Copa Brasil no início do mês. Ana Paula competirá na categoria juvenil feminino, onde enfrentará um percurso de 6 quilômetros e a concorrência de ao menos, trinta atletas.

Mas quem pensa que Ana Paula está nervosa com o desafio, engana-se. “Costumo sempre estar focada e tranquila antes da competição, não importa se é no Brasil ou fora”, respondeu Feitosa por telefone, demonstrando frieza incomum em sua voz para a idade.

Atualmente matando a saudade da família em sua cidade natal, Ana Paula Feitosa irá se juntar à delegação brasileira em São Paulo, na sexta-feira (21), que de lá seguirá para Assunção, onde devem chegar no mesmo dia.

Promessa de medalha

De acordo com seu técnico, Valdeci Guedes, a atleta é uma promessa de medalha para o Estado. “Se ela correr como vem treinando nas últimas três semanas, a chance de ela trazer uma medalha é grande”, comentou.


Ele salienta que este tipo de prova, o cross country, é muito mais desgastante que uma prova de atletismo convencional, por ser realizada em solo irregular. “É um percurso com declives, igarapés, troncos e todo o tipo de acidente natural do início ao fim”, alertou Guedes.

Se a confiança  de medalha por parte de seu técnico é grande, a atleta tem uma posição mais sóbria a respeito de suas chances. “Eu não sei ao certo o tempo das outras atletas. Vou lá para fazer meu melhor, como sempre que entro em uma corrida. Se a medalha vier é apenas consequência”, finalizou Feitosa.