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Atleta amazonense irá de Parintins a Manaus remando

De Parintins a Manaus de prancha. A maior marca já resitrada até hoje é de 77 quilômetros de remada em um dia. Caso conquiste a nova marca, Pablo Casado terá remado 81,25 quilômetros por dia durante quatro dias

Pablo Casado (de amarelo) é um dos entusiastas do esporte na Região Amazônica

Pablo Casado (de amarelo) é um dos entusiastas do esporte na Região Amazônica (Divulgação)

No dia 22 de junho, o desportista amazonense Pablo Casado parte em busca de um recorde internacional. Para isso, ele fará uma expedição em que pretende ir de Manaus até Parintins remando em cima da prancha de Stand up Paddle (SUP), e assim, quebrar o recorde de distância remada que é do atual técnico dele, Alex Araújo, quando fez a distância de 310 km (de Fortaleza para Jericoacara) remando 77 quilômetros ao dia. A meta do manauara é fazer 81,25 quilômetros durante 12 horas. Ele tentará quebrar a marca em quatro dias.

Enquanto o dia não chega, a preparação está a todo vapor, ou melhor, a muitas remadas. “Agora, acabei de fazer um treino de pouco mais de quatro horas. Saí do lago do Tarumã-Açu e fui até o Encontro das Águas. Fizemos 36 quilômetros de remada em quatro horas”, contou Pablo, empolgado.

Ainda de acordo com o atleta, a expedição será uma batalha dura. “Tudo vai influenciar no dia. Já temos a nossa estratégia traçada, mas as condições climáticas, como, por exemplo, o vento, vai precisar ajudar também”, informou.


A viagem irá dispender aproximadamente 12 horas por dia do candidato a recordista mundial. Pablo embarca acompanhado de seu técnico - também treinador da Seleção Brasileira da modalidade - Alex Araújo. “Não vai só o Alex. Irá também um barco de apoio com um barco de apoio com um fisioterapeuta e um nutricionista”, ressaltou.

O remador negocia também a vinda de uma equipe do Greenpeace para acompanhar a expedição e de um técnico do Guinesse Book para validar o recorde.

Amazonas: Hawaii do SUP

De acordo com Pablo, que é o presidente da Federação de Stand Up Paddle do Amazonas (Fesupam), a modalidade ganha cada vez mais adeptos na cidade.

“Aqui é o Hawaii dos praticantes de SUP. Hoje já existem cerca de 100 a 150 pranchas na cidade. Outros preferem alugar. O número de praticante é maior”, falou ele, que, no entanto, ressaltou a necessidade de maior organização do esporte no Amazonas. “Existem alguns problemas com pessoas que remam em locais inadequados. Mas a Federação já tem uma reunião com a Marinha para resolver esse problema”, encerrou.