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TV A CRÍTICA vai transmitir o Campeonato Amazonense de futebol até 2020

A transmissão do campeonato será feita para Manaus e mais 40 municípios via RC Sat, o canal de satélite que transmite o sinal

Emissora vai transmitir o Campeonato Amazonense de futebol até 2020

Emissora vai transmitir o Campeonato Amazonense de futebol até 2020 (ARTE: CELSO DE PAULA)

O telespectador terá em frente à poltrona a impressão de estar dentro do campo com o sistema de transmissão ao vivo em High Definition (HD) dos jogos do Campeonato Amazonense, que oferece maior qualidade e nitidez de imagem e também captação detalhada de áudio.

Com o HD, os clubes, patrocinadores, jogadores, técnicos, por sua vez, ganham uma vitrine mais qualitiva para a venda do seu produto até o ano de 2020, porque houve a prorrogação por mais seis anos do contrato pelo direito de transmissão.

E, no meio disso, as equipes em disputa reacendem a esperança de voltar em breve figurar na elite do futebol brasileiro, com o trunfo de uma transmissão rica em detalhes e de maior qualidade, compromissada com a valorização local dos que trabalham com a bola. “As transmissões e gravações da TV A Crítica agora serão feitas todas em HD, o que oferece ao telespectador melhor qualidade de áudio e de vídeo na comparação às transmissões no sistema analógico”, explica o corrdenador técnico Henrique Salazar, 27.

A transmissão do “Amazonão” será feita para Manaus e mais 40 municípios via RC Sat, o canal de satélite que transmite o sinal. As noites de quarta-feira em (horário nobre) e as tardes de sábado da TV A Crítica serão “invadidas” pelo Estadual. A maior nitidez de aúdio e vídeo foi possibilitada pela aquisição de equipamentos de ponta, desde câmeras, passando por mesas de corte (swhitcher) e microfones, além, é claro, de treinamento da equipe técnica. A Rede Calderaro de Comunicação (RCC) também comprou uma nova Unidade Móvel de Transmissão (UMT), que está entre as mais poderosas do País em termos de tecnologia. A engenhoca possibilita o deslocamento de equipe e equipamento de transmissão. Todo esse aparato proporciona imagens com riqueza de detalhes, como expressão de jogadores, técnicos, movimentação da torcida, além de levar ao telespectador um som mais limpo. “A única coisa ruim da transmissão ao vivo em HD é que vão aparecer as nossas rugas na televisão (risos). De resto, eu só vejo vantagens para técnicos e jogadores, que terão seu trabalho reconhecido, e também para os patrocinadores dos clubes que têm visibilidade das suas marcas”, comenta o treinador do Manaus FC, Paulo Morgado.

Se para os técnicos a transmissão é benéfica, para os jogadores então ela é uma vitrine poderosa de mercado. “Acho que a transmissão ao vivo motiva mais o atleta a ter mais disciplina em campo, a jogar bonito e a fazer gols. Isso é positivo para o futebol amazonense. Em Pernambuco, de onde eu vim, todos os jogos dos grandes, Náutico, Santa Cruz, Sport, são televisionados”, afirmou Carlinhos Bala, atacante do Fast Clube.


Três perguntas para Dissica Tomaz Calderaro, diretor-presidente dos sistema A Crítica de Rádio e TV

1. Por que a TV A Crítica resolveu apostar mais seis anos na transmissão ao vivo do futebol amazonense?

A gente avalia positivamente a transmissão ao vivo por entender que ela valoriza o futebol amazonense. É uma vitrine para jogadores e técnicos e ao mesmo tempo se coloca como uma forma de entretenimento ao povo amazonense. Estamos seguros de que o amazonense gosta de futebol, e o Peladão é uma prova irrefutável disso, e oferecemos essa possibilidade a ele, seja nas quartas-feiras à noite, em horário nobre (prime-time) seja na grade de sábado à tarde. Tivemos um bom retorno de audiência. Resolvemos apostar porque acreditamos no futebol local. Devemos agradecer, inclusive, à Record nacional por nos permitir incluir o futebol amazonense na nossa grade.

2. De que forma a transmissão ao vivo dos jogos pode ajudar os clubes, jogadores, dirigentes, anunciantes?

Todos se organizam melhor porque sabem que têm que mostrar um produto bom na vitrine. Os problemas do futebol local vieram sendo solucionados. Hoje são poucos. Os clubes se organizam, os jogadores têm uma postura mais profissional, a torcida se mostra interessada, e, agora, estamos em plena fase de evolução na infra-estrutura, ou seja, teremos uma Arena (da Amazônia), alguns CTs, fora campos comunitários que serão construídos. Isso dá maior visibilidade e torna o produto bem mais interessante. Quem ganha com isso é o futebol.

3. De que forma a transmissão colabora com uma desejável volta do futebol amazonense à elite do futebol brasileiro?

Em todos os aspectos. Se um patrocinador vê sua marca durante uma partida e observa retorno nisso, ele vai continuar apostando no clube. Isso ajuda a ter mais recursos para manter um bom elenco, um treinador renomado, e, assim, a competição ganha em qualidade técnica e de disputa. Mais fortes, os clubes têm mais possibilidade de conquistas. Mantendo esse padrão competitivo, vai atrair mais investidores, olheiros, enfim, o futebol fica mais valorizado. Acho que essa lógica ajuda a construir as condições para o futebol local retornar em grande estilo a Série A do Brasileirão o mais breve possível.