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Brasil estreia pela 20ª vez em Copas – Desde 1982, só vitórias

A Seleção Brasileira venceu as oito últimas partidas iniciais do torneio. Há mais de 80 anos não perdemos um jogo inicial em Mundiais

Brasil venceu a Croácia em 2006 na Copa da Alemanha

Brasil venceu a Croácia em 2006 na Copa da Alemanha (Divulgação)

Faltando pouco para a tão esperada abertura da maior competição de futebol do planeta, o retrospecto de estreias brasileiras em Copas do Mundo é muito animador: nas 19 outras edições do Mundial da FIFA, a Seleção Canarinho conquistou 15 vitórias, além de dois empates. O último revés ocorreu em 1934, contra os espanhóis, e desde a Copa da Espanha em 1982, o Brasil só conhece vitórias nas partidas inaugurais.

Sendo a única Seleção que participou de todas as Copas, o time comandado atualmente pelo técnico Luiz Felipe Scolari poderá escrever mais um capítulo na história do esporte mais popular do mundo.  Diante da Croácia, no Itaquerão, em São Paulo, às 16h (horário de Manaus) desta quinta-feira (12), Neymar e companhia terão a oportunidade de conquistar mais uma vitória em estreias na competição.

As duas únicas derrotas brasileiras no torneio aconteceram nas Copas de 1930, no Uruguai, e em 1934, na Itália, quando o esporte ainda era tratado como amador. Em 1950, no Brasil, resultado folgado contra os mexicanos: 4 a 0. Nosso triunfo mais tranquilo ocorreu, novamente, contra o México em 1954, na Suíça, quando a equipe comandada por Didi, o famoso "Folha Seca", aplicou a maior goleada em jogos iniciais de uma seleção brasileira, com 5 a 0.


Nas três Copas seguintes, foram três vitórias sem a defesa do Brasil ser vazada: 3 a 0 contra a Áustria, na Suécia em 1958, onde conquistamos o primeiro título mundial; 2 a 0 nos mexicanos, no Chile em 1962, quando Garrincha e Amarildo ganharam o bicampeonato; e 2 a 0 na Bulgária, em 1966, na Copa da Inglaterra. Em 1970, no México (quando Pelé, Tostão, Jairzinho, Rivelino e Gerson trouxeram o tricampeonato), a vítima foi a Tchecoslováquia: 4 a 1.

Os empates da Seleção aconteceram em sequência. Na Copa da Alemanha, em 1974, não saímos do 0 a 0 contra os Iugoslavos em Frankfurt, e em 1978, na Argentina, a estreia foi com um novo empate, desta vez em 1 a 1 contra a Suécia em Mar Del Plata.

Vitórias desde então

A partir de 1982 na Espanha, quando vencemos de virada os soviéticos por 2 a 1, nos acostumamos a ver a seleção brasileira vencer seus jogos iniciais em Copas. Foi assim em 1986, no México, quando vencemos por 1 a 0 a Espanha, graças ao árbitro australiano Cristopher Bambridge, que invalidou um gol legítimo do espanhol Michel quando o jogo estava empatado.

Em 1990, na Copa da Itália, vencemos a Suécia por 2 a 1, na chamada “era Dunga”. O time de Lazaroni fez a pior campanha de uma seleção desde 1966 na Inglaterra, quando caímos ainda na primeira fase do Mundial.  Em 1994, quando conquistamos o tetra, vencemos na estreia a Rússia por 2 a 0, com gols de Raí e do “Baixinho” Romário que viria a ser o protagonista daquele triunfo.


Na França em 1998, a vitória foi contra os escoceses por 2 a 1, na Copa que ficou marcada pelo vice-campeonato diante dos donos da casa na final e pelo mal súbito que teve Ronaldo Fenômeno horas antes da partida.

Já no Mundial de 2002, organizada em conjunto por Coreia e Japão, a estreia foi contra a Turquia, que abriu o placar. Porém, com um carrinho de Ronaldo e uma mãozinha do árbitro sul-coreano Young Joo Kim, que marcou um pênalti fora da área sobre Luizão, a Seleção conseguiu a virada – 2 a 1. No final da campanha, Cafu acabou erguendo a taça do penta.

Assim como aconteceu em 1998, quando Zidane e companhia afundaram o Brasil, caimos diante dos franceses de novo em 2006, na Copa da Alemanha. Com o tal “quadrado mágico” formado por Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Ronaldo e Adriano a seleção venceu a Croácia (mesmo adversário de estreia da Copa de 2014) por 1 a 0.

Na última edição do torneio realizado na África do Sul, o time treinado pelo capitão do tetra, Dunga, bateu a Coreia do Norte por 2 a 1. A equipe melhorou diante da Costa do Marfim, vencendo o time do craque Drogba por 3 a 1. Na sequência veio o empate burocrático contra Portugal por 0 a 0, com o time já classificado para a fase seguinte.

Nas oitavas-de-final a seleção bateu com facilidade o Chile por 3 a 0. Veio então a Holanda nas quartas-de-final, e junto a derrota e eliminação por 2 a 1, numa partida em que o Brasil fez um tempo inicial brilhante, e foi pro intervalo vencendo por 1 a 0. Mas depois de falha do goleiro Júlio César o time se desestabilizou. A falta de equilíbrio culminou na expulsão do volante Felipe Melo e, consequentemente, com a virada dos holandeses.