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Após oito anos, Dunga volta ao comando da Seleção Brasileira, mas falta CBF oficializar

O nome do treinador deve ser oficializado na próxima terça-feira (22) na sede da Confederação Brasileira de Futebol. O técnico retorna ao cargo com a difícil missão de reconstruir um time destroçado após a Copa

O time de Dunga também foi alvo das críticas do ex-craque holandês na Copa de 2010.

Carlos Caetano Bledorn Verri, mais conhecido como Dunga, volta a vestir a jaqueta de treinador da Seleção Canarinho. (Reprodução/internet)

No dia 24 de julho de 2006, o capitão do tetra Dunga assumia o cargo de técnico da Seleção Brasileira de futebol pela primeira vez. Passados quase oito anos, o treinador retorna à posição de comandante da equipe mais vencedora da história do esporte bretão. Naquela ocasião, o gaúcho, por coincidência, também substituía Carlos Alberto Parreira, membro da comissão técnica do recém-demitido Luiz Felipe Scolari.

Mais experiente e calejado, o ex-jogador deve assumir o cargo na próxima terça-feira (22), quando o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, dará uma coletiva de imprensa na sede da entidade, às 10h (hora de Manaus), no Rio de Janeiro. Apesar de praticamente certo, o órgão só se pronunciará sobre o assunto na coletiva. 

O nome do treinador da equipe verde-amarela na Copa da África do Sul em 201  foi ventilado com mais força nos bastidores da entidade desde a última quinta-feira (17), quando os cartolas da CBF anunciaram que o novo coordenador-geral de seleções seria Gilmar Rinaldi.

O companheiro de Seleção na campanha do tetracampeonato mundial nos Estados Unidos, na Copa de 1994, indicou a volta imediata de Dunga. Com perfil disciplinador e exigente, o treinador deverá divulgar os nomes de sua comissão técnica logo após o anúncio. Na sua última passagem no cargo, o ex-lateral da Seleção Jorginho era seu auxiliar.

Às vésperas de assinar com a Federação Venezuelana de Futebol, Dunga abandonou a possibilidade de comandar a equipe Vinho Tinto (apelido da seleção do país) nas eliminatórias para a Copa de 2018 na Rússia. Sua derradeira experiência como treinador foi dirigindo o Internacional de Porto Alegre (RS), onde foi demitido em outubro de 2013 após quatro derrotas seguidas.

Os números de Dunga à frente da Seleção Brasileira são muito bons: foram 60 partidas, sendo 42 vitórias, 12 empates e apenas seis perdas. O treinador foi demitido do cargo após a derrota perante a Holanda nas quartas de final do último torneio da Fifa - coincidentemente, a mesma equipe que levou Felipão à queda, depois de perder por 3 a 0 na disputa do terceiro lugar da Copa do Mundo.