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Especial ‘Campeões da Copa’: a reviravolta da Alemanha

Capacidade de se reinventar da equipe que já conquistou três vezes a taça é relembrada em mais um capítulo da série especial do CRAQUE

Franz Beckenbauer ergue a taça após a vitória histórica sobre a ‘Laranja Mecânica’ holandesa em 1974

Franz Beckenbauer ergue a taça após a vitória histórica sobre a ‘Laranja Mecânica’ holandesa em 1974 (Reprodução)

Uma das grandes favoritas ao título da Copa do Mundo no Brasil, a Seleção Alemã deve não só à evolução do seu futebol atual, cada vez menos retranqueiro e “cintura-dura”, mas também ao peso e tradição de sua camisa, o respeito que tem no mundo do futebol.

Sinônimos de competência técnica e de resistência dentro de campo, os jogadores germânicos costumam fazer campanhas prodigiosas, mesmo quando não levam o título. Por isso já chegaram a sete finais de Copa e levantaram a taça de campeão mundial três vezes.

A primeira foi em 1954, a Copa dos Gols, que teve a incrível média de 5,38 gols marcados por partida. A razão disso se deve ao fato de que as duas melhores equipes da competição, Hungria e Alemanha, aplicaram goleadas em quase todos os seus adversários até a final. E que final foi aquela! Em solo suíço, os alemães derrotaram a Hungria de Puskas por 3 a 2, numa revanche que se não foi numericamente à altura da derrota alemã na fase de grupos para a mesma Hungria (por 8 a 3), teve o recompensador gostinho da virada, já que os húngaros abriram 2 a 0, com o adicional de valer o título.

Vinte anos se passaram. A Copa de 1974, na própria Alemanha Ocidental, ficaria marcada para sempre pela revelação do Carrossel Holandês, que revolucionou o mundo da bola e atordoou os adversários com um peculiar modo de jogar em que nenhum jogador marcava posição em campo, ou seja, todos poderiam atacar e defender.

Porém, foi esse mesmo time, que marcou 17 gols, sofrendo apenas três durante a Copa, que foi derrotado na final para Alemanha Ocidental. O jogo está marcado pelo confronto histórico entre dois supercraques do futebol mundial: Yohan Cruyff e Franz Beckenbauer.

Melhor para o capitão germânico, que terminou levantando a taça após mais uma virada alemã em finais de Copa: 2 a 1, com gols de Paul Braitner e Gerd Müller, contra o de Johan Neeskens, para a Holanda.

Em 1990, na Itália, Beckenbauer era o técnico da Seleção e nomes como Lothar Matthäus, Rudi Völler e Jürgen Klismann eram as promessas da Alemanha para o Mundial. Mais uma vez, a frieza germânica faria toda a diferença na campanha do tricampeonato. Após passar pela forte Inglaterra nos pênaltis, os alemães enfrentaram a Argentina de Diego Maradona, repetindo a final da Copa anterior, no México, vencida pelos Hermanos. Na revanche, é a Alemanha venceu por 1 a 0 e conquistou o tri.