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Especial ‘As Cidades da Copa’: Belo Horizonte

Capital mineira é marcada pela beleza natural da paisagem, cheia de montanhas, e a qualidade de vida da população, que se tornou referência nacional

No final da tarde dá para entender o nome Belo Horizonte

No final da tarde dá para entender o nome Belo Horizonte (Divulgação)

Construída entre as montanhas centrais de Minas Gerais, Belo Horizonte é uma cidade que seduz tanto pelo belíssimo cenário, como pelo enorme potencial para cultura e negócios. A capital, que é reconhecida pela ONU como exemplo de qualidade de vida, é o tema de hoje da série as “Sedes da Copa”. “Beagá” se prepara para receber seis jogos da Copa do Mundo no Brasil – quatro da primeira fase, um das oitavas e outro das semifinais.

Ano passado, durante a Copa das Confederações, Belo Horizonte foi apontada pela Sesge (Secretaria Extraordinária de Segurança de Grandes Eventos) como a segunda cidade que mais reuniu pessoas em uma manifestação, com 60 mil ativistas (O Rio de Janeiro ficou em primeiro lugar, com 300 mil). Entre estudantes, professores e pessoas convocadas por outras entidades, o protesto na capital mineira foi motivado pelo custo do transporte coletivo, baixos salários, precariedade dos serviços públicos, corrupção e o grande volume de recursos destinados às obras do Mundial no Brasil. E ao que tudo indica, este ano, os mineiros não devem agir muito diferente.

“Em várias redes sociais estão sendo discutidos planos de protestos contra a Copa, no entanto, nenhum foi ainda confirmado de forma efetiva. Provavelmente a articulação principal está sendo feita fora das redes e nelas só estão chamando participantes”, disse Carla Vieira – diretora de uma agência de viagem em BH.

Para o psicólogo Lucas Silveira, mesmo considerando os gastos do Mundial exorbitantes, a população torce para que a Seleção faça uma boa campanha.

“Os mineiros estão revoltados com tamanha falta de comprometimento do governo, mas também muitos estarão torcendo para que a Seleção Brasileira conquiste o hexacampeonato mundial”, comentou.


O Estádio Governador Magalhães Pinto, conhecido como Mineirão (foto), foi totalmente reformado para o Mundial no Brasil. Casa do Atlético Mineiro e do Cruzeiro, o local modernizado, foi entregue em dezembro de 2012 e agora está à espera dos torcedores da Copa.

Não se pode dizer o mesmo sobre o aeroporto de Cofins. A obra de ampliação do saguão não deve estar pronta até o início do torneio (daqui a 19 dias). E o barulho da construção deve incomodar bastante os visitantes de Belo Horizonte. Mas os mineiros garantem que fora do caos do aeroporto, os turistas encontrarão boas opções que com certeza apagarão o transtorno da chegada.

“Belo Horizonte é uma cidade com efervescência cultural constante, o que garante uma gama de opções de lazer e entretenimento aos visitantes. Com destaque, temos: Mercado Central de Belo Horizonte, Circuito da Pampulha, Planetário de BH, Aquário da Prefeitura, Cidade Administrativa, Zoológico de BH, Palácio da Liberdade e Parque Municipal. Fora as várias opções de teatros, cinemas e bares, que tornam a cidade uma excelente opção de viagem”, pontuou Carla.

Os jogos da Copa

Colômbia x Grécia estreiam na Copa do Mundo no Brasil, no Mineirão, no dia 14 de junho. Depois o estádio de Belo Horizonte receberá Bélgica x Argélia, no dia 17 - Argelina x Irã, dia 21 - e Costa Rica x Inglaterra, dia 24. O local também sediará jogo das oitavas e da semifinal.


Capital é repleta de lugares interessantes (Divulgação)