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Especial ‘As Cidades da Copa’: Manaus, alegria e cores

Lugar de contrastes, a capital da Amazônia mostra que, apesar das obras de infraestrutura prometidas não saírem, o povo está pronto para fazer a grande festa do esporte

Povo amazonense entrou no clima da Copa do Mundo no Brasil e está pronto para apoiar a Seleção Brasileira

Povo amazonense entrou no clima da Copa do Mundo no Brasil e está pronto para apoiar a Seleção Brasileira (Fotos: Erica Melo e Bruno Kelly)

Quando Manaus foi anunciada como uma das 12 sedes da Copa do Mundo no Brasil, em 2009, o Amazonas vibrou, a população foi para as ruas comemorar e as autoridades trataram de apresentar um super projeto de transporte público, com monotrilho e o BRT. A cinco dias para o início do torneio, apenas a Arena da Amazônia Vivaldo Lima foi concluída. Mas hoje, no último capítulo da série “Sedes da Copa”, o CRAQUE vai mostrar que apesar das “promessas esquecidas”, os amazonenses estão ansiosos e preparados para aproveitarem a maior festa do futebol dessa vez em casa.

Manaus não foi a única cidade onde as obras de mobilidade urbana ficaram apenas no papel, muita coisa deixou de ser feita nas 12 sedes. E esse é um dos motivos que levou alguns brasileiros a torcerem contra a realização do evento e também a “atacarem” a Seleção Canarinho.

Porém, se andarmos pelas ruas da capital do Amazonas vamos perceber, que por aqui, a maioria é a favor da Copa do Mundo. Avenidas tradicionais e até as menos movimentadas foram tomadas pelas cores verdes e amarelas.


“Nós sabemos que o Brasil tem muitos problemas sociais, entendemos os protestos, mas as pessoas precisam ter mais consciência, destruir as coisas não vai resolver nada. Nesse momento, temos que torcer e apoiar a Seleção. Eu confio no Felipão e acredito no Hexa, por isso, fiz questão de mais uma vez fazer parte desse projeto aqui na Rua Santa Izabel”, disse Jucimar Pinto - mais conhecido como Simbá, um dos coordenadores da ornamentação da Santa Izabel.

E não é de hoje que os amazonenses apoiam a Seleção Canarinho. Segundo Leal Cunha, jornalista esportivo aposentado, esse incentivo é bem antigo.

“Os amazonenses nunca deixaram de acreditar na Seleção; sempre aplaudiram e confiaram no grupo. Esse apoio acontece desde a conquista do primeiro título do Brasil, em 1958. Nossos jogadores sempre serão bem recebidos em Manaus”, contou Leal Cunha.

Para receber os quatro jogos da primeira fase do Mundial, Manaus ganhou um estádio novo e totalmente moderno. A construção da Arena da Amazônia Vivaldo Lima – que inicialmente foi avaliada em R$ 505 milhões – custou R$ 669,5 milhões. O dinheiro - que foi emprestado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pela Caixa Econômica ao Governo do Amazonas - será pago em 180 meses.


Mas dívidas à parte, a capital Amazonense com os seus cartões postais - Encontro das Águas, Ponta Negra e o Teatro Amazonas – está pronta para receber os turistas. O trânsito não deve ser dos melhores, mas os visitantes terão muito que fazer por aqui.

Aliás, a Ponta Negra será o local de concentração dos torcedores que vão acompanhar os jogos da Copa do Mundo, em Manaus. Lá está instalado a estrutura da Fifa Fan Fest.

Números

Quatro jogos da primeira fase da Copa do Mundo no Brasil serão realizados em Manaus: Itália x Inglaterra, no dia 14, Camarões x Croácia, no dia 18, EUA x Portugal, no dia 22, e Honduras x Suíça, no dia 25.