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Especial ‘História das Copas’: nasce o Rei do Futebol

Há 56 anos, a primeira seleção brasileira a conquistar um mundial atraía os olhos do mundo e revelava um jogador que se tornaria o ‘Atleta do Século’: Pelé

Parceria entre Pelé e Garrincha é considerada até hoje uma das maiores na história do futebol

Parceria entre Pelé e Garrincha é considerada até hoje uma das maiores na história do futebol (Reprodução)

A Copa do Mundo de 1958 serviu para que o mundo finalmente “descobrisse” o Brasil. Graças a um menino de 17 anos, todos os olhos do planeta Terra se voltaram para o nosso País. O nome dele? Edson Arantes do Nascimento, mas pode chamar de Pelé, um apelido que se tornaria sinônimo de Brasil por muitos anos.

Quem também fez história naquele Mundial foi o capitão Bellini. Além da segurança que sempre deu à defesa brasileira, ele criou um gesto que seria copiado até os dias de hoje: o de levantar a taça por sobre a cabeça.

É, mas aquele time era bom em todos os setores. Não é à toa que a equipe tinha nomes como Djalma Santos, Nilton Santos, Zito, Didi, Zagallo e Garrincha. Um verdadeiro time dos sonhos, não é mesmo?

Campanha

A estreia da Seleção Brasileira foi contra a Áustria. Depois de um início de jogo equilibrado, o Brasil venceu por 3 a 0. Mazzola marcou duas vezes e Nilton Santos fechou o placar. Na segunda rodada os canarinhos não saíram de um 0 a 0 contra a Inglaterra. Foi o primeiro 0 a 0 da história das Copas.

No terceiro jogo, contra a União Soviética, o técnico Vicente Feola lançou Pelé no lugar de Mazzola. O menino da Vila vinha se recuperando de contusão. Garrincha também entrou no lugar de Joel. Foi aí que o Brasil começou a ganhar aquela Copa. Reza a lenda que Didi teria liderado uma verdadeira rebelião dentro do time nacional para que Feola escalasse os dois. O treinador gostava de Pelé, mas tinha resistência em relação a Garrincha, porque não achava ele um jogador muito objetivo, porque driblava muito. As mudanças deram certo. O Brasil venceu por 2 a 0. A imprensa mundial ficou assombrada com o desempenho do Mané.

Nas quartas-de-finais o time brasileiro passou sufoco, mas venceu o País de Gales por 1 a 0, gol de Pelé.

Na semifinal, o Brasil goleou a França por 5 a 2. Vavá , Didi, Pelé (três vezes) assinaram os gols do Brasil. Fontaine e Piantoni marcaram os gols da França.

Na final aconteceu uma situação inusitada. Durante todo o torneio a Seleção Brasileira jogou com o uniforme amarelo, mas teve que mudar de cor porque a Suécia, que jogava a Copa do Mundo em casa, e também usava o uniforme amarelo. Logo o Brasil teve que arrumar outro uniforme.

A Confederação Brasileira de Desportos (CBD) comprou na Suécia mesmo camisas da cor azul. Mas como fazer para convencer os jogadores, supersticiosos, a aceitar a novidade? O jeito era dizer que a cor representava o manto de Nossa Senhora, que daria proteção ao time na final. O “migué” funcionou e os jogadores arrebentaram na final.