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Especial cidades-sede da Copa: a beleza de Salvador

Série de A CRÍTICA apresenta a terra do acarajé e da axé music; a capital da Bahia é um verdadeiro colírio para os olhos

A Arena da Fonte Nova foi reconstruída para receber os jogos da Copa do Mundo Ponto turístico

A Arena da Fonte Nova foi reconstruída para receber os jogos da Copa do Mundo Ponto turístico (Embratur/Divulgação)

Em mais uma edição da série “As sedes da Copa”, o CRAQUE vai falar sobre Salvador, a terra da alegria e do axé. Parece até ironia, mas a 40 dias do início do Mundial no Brasil, a cidade conhecida pelas batidas de agogôs e atabaques ainda não entrou no ritmo do evento. A ausência de obras de mobilidade e também o fato de muitas pessoas não terem conseguido comprar ingressos para os jogos, transformou a empolgação baiana em frustração.

Salvador foi a primeira capital do Brasil e tem 80% da população afrodescendente. Além da folia e da batida inconfundível, os turistas que desembarcarem por lá a partir de junho, terão muito o que fazer depois das partidas de futebol. O Centro histórico, Pelourinho, Mercado Modelo e Elevador Lacerda são lugares que sempre merecem uma atenção especial por parte de quem visita a cidade. A culinária, que tem entre os pratos principais acarajé, abará, vatapá, pirão e moquecas também são uma atração à parte.

Para receber os quatro jogos da primeira etapa da Copa (Espanha x Holanda, Alemanha x Portugal, Suíça x França, Bósnia x Irã) - o estádio Octávio Mangabeira, mais conhecido como Fonte Nova, foi implodido para dar lugar a uma moderna arena com capacidade para 52.048 espectadores. Esta foi a única obra da cidade preparada para a festa do futebol.


Elevador Lacerda liga a cidade alta à cidade baixa (Embratur/Divulgação)

“Assim como na maioria das sedes da Copa, nada além do estádio foi feito em Salvador. A precariedade do transporte público não foi resolvida. Desde o ano passado, a cidade está com obras de recapeamento em suas principais vias. O aeroporto está um caos. Não sei se ficará pronto a tempo. A 40 dias para o início do evento, não existe mais muita coisa a ser feita. No máximo, passar uma maquiagem para mostrar que a cidade está arrumadinha”, disse a publicitária Rayanna Moreira – manauense que mora em Salvador há pouco mais de um ano.

Ainda segundo Rayanna, a cidade da alegria ainda não entrou no clima do Mundial

“É mais fácil encontrar empolgação para o São João do Nordeste do que para o Mundial. Talvez uma das causas para isso sejam os problemas com as questões de compra e os valores dos ingressos que deixaram muitas pessoas de fora”, disse.

Frustração

“A ansiedade virou frustração, adiando a realização de ver um jogo no estádio e restando apenas reunir a família em casa para torcer. Em Salvador, a Fan Fest, por exemplo, que é uma atração exigida pela Fifa para todas as cidades-sede do Mundial, ainda não tem nem local definido”, completou.

Além dos quatro jogos da fase inicial, Salvador receberá ainda partida das oitavas e quartas de final do torneio.