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Amazonense que já assistiu quatro Copas ‘ao vivo’ se prepara para fazer a festa em casa

Oseas já assistiu quatro Mundiais de futebol e está com as malas prontas para ver e participar de sua quinta Copa

Oseas vai para as Copas desde o mundial da França em 1998. Os custos são recompensados pela satisfação, segundo ele

Oseas vai para as Copas desde o mundial da França em 1998. Os custos são recompensados pela satisfação, segundo ele (Euzivaldo Queiroz)

Nem só de combustíveis entende o dono do posto de gasolina “mais bonito do Brasil”. Em seus 54 anos de vida, o amazonense Oseas da Silva Lima, construiu uma relação firme com o futebol, especialmente durante as Copas do Mundo. Ele não mede esforços para embarcar para onde a Copa esteja sendo realizada.

Oseas já assistiu quatro Mundiais de futebol e está com as malas prontas para ver e participar de sua quinta Copa. Para não passar despercebido no meio da multidão de torcedores, o empresário sempre se caracteriza de índio. Por conta de seus adereços, ele já foi parar na capa de uma grande revista brasileira e deu entrevistas para jornais de diversos países. “Como sou amazonense e somos descendentes de índios tive essa ideia de ir caracterizado assistir aos jogos. Nossa cultura vem das raízes indígenas e precisamos mostrar a cara do Brasil. O fato de eu colocar um cocar na minha cabeça, me pintar e assistir os jogos do Brasil assim me fez sair em jornais na França, Alemanha, África do Sul... Tenho tudo isso guardado para mostrar futuramente para os meus netos. Quero que eles saibam que eles tiveram um avô que gostava de ganhar dinheiro trabalhando, mas que também gostava do esporte, que é saudável e faz bem”, enumerou Oseas. Em uma de suas “aventuras” culturais durante as Copas, ele chegou a deixar uma miniatura do boi Garantido em um museu na França.

16 anos de paixão

A primeira vez que Oseas esteve em uma Copa do Mundo aconteceu em 1998, no mundial da França. De lá em diante, o empresário conseguiu assistir as Copas no Japão e Coreia (2002), Alemanha (2006) e África do Sul (2010). O fato do evento acontecer “em casa” neste ano anima ainda mais o torcedor. “Claro que não perderei de jeito nenhum esta Copa no Brasil. Já está quase tudo preparado. Mas, com alguns diferenciais. Nos outros países o que eu mais priorizava era a estadia. Nunca comprei os ingressos antes das competições. Fazia tudo isso durante a Copa. Já aqui no Brasil, estou tendo dificuldades para adquirir alguns ingressos de jogos do Brasil, como o da abertura e o da final”, destacou o empresário.

E, mesmo não precisando cruzar o oceano para assistir os jogos do Brasil desta vez, Oseas garante que esta edição tem sido a mais cara entre todas que participou. “ É caro, mas não tem dinheiro que pague participar desse evento, pois tudo é muito bonito. Já gastei cerca de R$ 36 mil com os ingressos, mas ainda não contabilizei as passagens”, observou o amazonense, que acredita que até o final do Mundial deverá desembolsar cerca de R$ 50 mil.

Aventura que valeu uma ‘Jabulani’

Quem não lembra da eterna vuvuzela e da bola Jabulani, que viraram símbolos da Copa de 2010, na África do Sul? Pois bem. Na partida em que o Brasil foi eliminado pela Holanda, nas quartas de final, o amazonense teve um motivo grande para comemorar, mesmo com a derrota verde-amarela. Uma bola foi chutada em sua direção e ele não perdeu a chance de trazê-la para casa como “troféu”, driblando toda a segurança da Fifa no estádio. A bola acabou virando o presente preferido do neto de apenas 1 ano e meio. “Meu neto vai ser um grande jogador de futebol e eu já dei de presente esta jabulani. A história para ficar com ela foi muito engraçada. Não me lembro o jogador que a chutou, mas a bola veio em minha direção. Eu encaixei ela debaixo da camisa e sai correndo. Entrei no banheiro, onde me escondi dos policiais. Eles não conseguiram me pegar”, recordou ele.