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Amazonense quebra recorde local de 23 anos e conquista o bronze em mundial de natação

Considerado como uma das apostas da natação baré, o atleta de 26 anos que defende a seleção brasileira pela categoria júnior sênior, ressalta que vinha trabalhando desde 2010 para “quebrar” marca

O nadador amazonense voltou do mundial realizado no Canadá com um bronze no revezamento 4x50

O nadador amazonense voltou do mundial realizado no Canadá com um bronze no revezamento 4x50 (Antonio Lima)

O Campeonato Amazonense de Natação - Troféu Marcelo Larrat, realizado no dia 26 de julho, no Parque Aquático da Fundação Vila Olímpica de Manaus, deveria ser apenas mais uma competição que o nadador amazonense Helissandro Queiroz, ou apenas Sandro Queiroz - como é conhecido dentro das piscinas - participaria antes de sua ida para o Mundial da modalidade, que aconteceu no Canadá, na primeira semana deste mês.

Entretanto, na competição Estadual realizada quatro dias antes do principal objetivo em 2014, Sandro bateu o recorde absoluto nos 50 m borboleta, com o tempo 25seg e 19 centésimos, superando a marca de 25seg e 20 centésimos conquistada no ano de 1991 pelo maior nadador amazonense da história, Eduardo Piccinini.

Considerado como uma das apostas da natação baré, o atleta de 26 anos que defende a seleção brasileira pela categoria júnior sênior, ressalta que vinha trabalhando desde o ano de 2010 para “quebrar” a marca de Eduardo. Apesar disso, disse que o feito aconteceu em um momento inesperado.

“Desde 2010 vinha batendo na trave e não conseguia bater essa marca. Como ia participar do Mundial, nadei o Amazonense apenas para saber como estava meu desempenho e como eu chegaria lá. Foi muito inesperado bater a marca do Eduardo. Eu não imaginava que já ia acontecer, mas aconteceu”, contou o nadador, que após o feito viajou para a cidade Montreal, no Canadá, onde participou do mundial e arrematou a quarta posição nos 50m borboleta e medalha de bronze no revezamento 4x50m.

“Sempre treinei focado para o Mundial, mas infelizmente não tive a sorte de obter o mesmo resultado lá que tive quatro dias antes, aqui em Manaus. Errei na largada e fiquei na quarta colocação. E quando olhei o tempo do primeiro colocado me veio a chateação, pois ele tinha feito um tempo três centésimos acima do que havia feito aqui em Manaus. Maas depois veio o revezamento e o Brasil ficou na terceira colocação nos 4x50m livre e fiquei satisfeito”, destacou o atleta, que pratica o esporte aquático desde os 7 anos de idade.

Sonhos ainda distantes

Ao ser questionado de quais as possibilidades de ir aos Jogos Pan-Americanos ou até mesmo as Olimpíadas, Sandro, que também é formado em direito, disse que é um sonho, mas admitiu que as possibilidades são remotas “Tenho chances de ir disputar o Pan. Quanto as Olimpíadas acho que ainda faltam incentivos e todo um aparato. Os atletas que participam tem apoio, patrocínios e vivem disso. Eu não, preciso trabalhar e dividido meu tempo com os treinos”.

Número

25,19 segundos nos 50m borboleta foi o tempo de Sandro, superando a marca de 25 segundos e 20 centésimos conquistada no ano de 1991 pelo maior nadador amazonense da história, Eduardo Piccinini.