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Peladão Verde 2013 tem quadrangular alucinante

O jogo que abriu oficialmente o Peladão Verde 2013 foi entre Arsenal e o Panair às 14h30. Marquinhos, do Arsenal, de cara com o goleiro adversário não desperdiçou e marcou ainda no primeiro tempo o gol que classificou o time para a final

Arsenal comemora título do quadrangular de abertura

Arsenal comemora título do quadrangular de abertura (Evandro Seixas)

O time do Arsenal mostrou que vem com um time, ainda que com limitações técnicas, tem vontade e raça de sobra dentro das quatro linhas. A equipe alviverde venceu seus dois jogos pelo placar mínimo de 1x0 e com muitos gritos do técnico Hudson Derson, segurou ambos os resultados.

O jogo que abriu oficialmente o Peladão Verde 2013 foi entre Arsenal e o Panair às 14h30. Marquinhos, do Arsenal, de cara com o goleiro adversário não desperdiçou e marcou ainda no primeiro tempo o gol que classificou o time para a final.

“Joguei pelo Panair no ano passado e tenho vários amigos no time, por isso não comemorei o gol. Até porque eu moro lá no bairro da Panair e fica meio chato, né?”, disse o atacante Marquinhos do Arsenal em meio a risos.

Mal o Arsenal sabia que teria pela frente o forte time da Manaus Moderna na final. Os dois times criaram uma grande rivalidade desde o torneio do ano passado, quando o Arsenal eliminou o Manaus Moderna do torneio. E eles queriam vingança.

Mostrando grande habilidade no aspecto técnico, o União da Ilha da Manaus Moderna venceu por 2x0 o time do Puraquequara, que tinha uma grande e barulhenta torcida nas arquibancadas.

O volante Nilton, o ‘Niltão’, sósia do zagueiro David Luiz do Chelsea, marcou o primeiro gol ainda na primeira etapa. Ruan, que disputa seu segundo peladão, fez o segundo.

Quarto colocado na edição anterior, o Puraquequara do técnico Klinger Vasconcelos tinha tudo para vencer, mas foi completamente dominado pelo Manaus Moderna. Salto alto? O comandante acredita que sim.

“Eu falei para eles que era um erro achar que poderiam vencer a qualquer hora que eles quisessem só porque a torcida estava empurrando.. Infelizmente a equipe não entrou focada da maneira como deveria e levamos dois. É chato ser eliminado dessa forma, mas agora só resta lamentar”, disse Vasconcelos após o jogo.

Hora da verdade

Com sede de vitória, o Manaus Moderna entrou em campo para fazer a final contra o Arsenal exatamente às 17h30. Apesar de dominar boa parte dos 15 minutos iniciais, o Manaus Moderna foi quem levou o gol. Em um contra ataque rápido, Zé Roberto, o camisa 7 da equipe, mandou um chute rasteiro no cantinho esquerdo e o goleirão aceitou.

O gol exaltou o ânimo dos jogadores que passaram a dividir todas as bolas com muita virilidade, e até certa violência. Dois cartões amarelos foram distribuídos para as duas equipes.

A cada falta cometida, a cada dividida mais dura e a cada bola para fora, era um motivo de reclamação veemente dos jogadores e comissões técnicas. A torcida nas arquibancadas também colocou pilha ‘homenageando’ os jogadores dos times adversários por suas características físicas mais chamativas. 'Gordo', 'ruimdade', 'piolhento' e 'cai cai' foram apenas alguns dos nomes publicáveis pronunciados pelas vozes insatisfeitas que lotavam as cadeiras do SESI. Um genuíno clima de pelada!

O Manaus Moderna tentou o quanto pôde empatar a partida e levar o jogo para os pênaltis. Trocou passes e criou situações de gols que foram frustradas no último instante pelo Arsenal. E ficou por isso mesmo.

Após o árbitro China apitar o fim dos 15 minutos finais, jogadores e comissão técnica dos dois times iniciaram discussão acalorada em campo. “Eles ficaram falando que iam se vingar e que dessa vez a história ia ser diferente. Tem que ter respeito”, disse o técnico Hudson do Arsenal.

Glauber Moraes, o ‘Alemão’, foi um dos que contiveram o ânimo dos colegas mais exaltados. Veterano de cinco Peladões, o jogador do Arsenal sabe que provocações fazem parte do jogo. “Isso é normal, se eu te xingo ou te provoco isso tem que ficar dentro do campo. Quando termina a partida nós temos que voltar a ser amigos”, disse o peladeiro.