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Paratletas amazonenses voltam de circuito de atletismo em SP com medalhas e histórias para contar

A dupla voltou para casa com duas medalhas na bagagem, sendo uma de bronze e outra de prata

Brendow Christian competiu pela primeira vez fora do Estado e voltou com a prata. Ele tem apenas 10% da visão

Brendow Christian competiu pela primeira vez fora do Estado e voltou com a prata. Ele tem apenas 10% da visão (Antonio Lima)

Os paratletas amazonenses Brendow Christian, 19, e Dernival Souza, 39, ambos da categoria F-12 no lançamento de dardo e arremesso de peso, respectivamente, participaram no último final de semana da primeira etapa do Circuito Brasil Caixa Loterias, realizado em São Paulo. A dupla voltou para casa com duas medalhas na bagagem, sendo uma de bronze e outra de prata.

A segunda fase da mesma competição deve ocorrer em outubro, mas, antes mesmo de competir, os atletas precisam lidar com outro adversário: a falta de apoio para custear passagens aéreas e estadia.

Brendow, que ficou a 70 cm do primeiro colocado, comemora o resultado, que segundo ele é muito satisfatório, uma vez que vem treinando há seis meses para este campeonato. “Essa foi a primeira vez que participei e foi uma disputa muito acirrada, mas foi uma sensação incrível, pois lá pude conhecer atletas paralímpicos, que estavam em Londres em 2012, e alguns deles compartilharam experiências comigo. Estava um pouco nervoso, o frio também não ajudou muito, mas fiz um bom resultado”, destacou Brendow, que conquistou medalha de prata no lançamento de dardo durante o circuito. Brendow possui apenas 10% de sua visão e após passar por diversos esportes, encontrou-se no atletismo paralímpico.

Já Dernival, que também possui apenas 10% de sua visão, arrematou a medalha de bronze no arremesso de peso. Resultado que para ele é algo foi mais do que satisfatório.

Segundo melhor do Brasil

Dernival acredita que a experiência na competição em São Paulo foi o mais importante. No ano passado, ele foi campeão brasileiro da modalidade. O amazonense é dono do segundo melhor índice do Brasil entre os arremessadores de peso paralímpicos. “Estou bastante feliz, pois sei que é uma prova muito difícil e muito forte, onde exige muita técnica e tinham apenas a nata da modalidade. Agora, vamos trabalhar para melhorar, já que conheci meus adversários das próximas duas fases e é só trabalhar os erros, para quem sabe trazer o ouro para o Amazonas”, ressaltou.