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Diversas falhas em primeiro teste da Arena da Amazônia antes da Copa do Mundo 2014

Autoridades responsáveis falam sobre as falhas presentes no jogo Resende e Vasco, primeiro teste oficial do estádio amazonense

Torcedor invadiu a Arena em jogo do Vasco e Resende

Torcedor invadiu a Arena em jogo do Vasco e Resende (Evandro Seixas)

O empate de 0 a 0 entre Resende e Vasco, na Arena da Amazônia Vivaldo Lima, na quinta-feira, serviu para que o Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo da Fifa realizasse o primeiro evento-teste no estádio - que vai receber quatro jogos do Mundial no Brasil.

Limpeza e Resíduo, Transporte, Serviços ao Espectador, Voluntários, Tecnologia, Competições e Segurança foram os setores avaliados. E de acordo com Tiago Paes, representante do COL, o saldo, após a partida, foi bastante positivo. “Foi o primeiro teste e por isso já sabíamos que nem tudo ia ser perfeito. Há pontos que precisam e vão ser corrigidos. Mas no geral, estamos satisfeitos”, disse Paes.

Pichação e invasão ao campo foram algumas das falhas que aconteceram durante o jogo entre os times cariocas. “A operação dos stewards (seguranças) foi um sucesso, as escadas ficaram limpas, sem pessoas sentadas. Mas vamos analisar as imagens para saber onde foi o erro que ocasionou a invasão, vamos ver quem não estava atento”, completou Paes.


Outro problema foi o sistema de som da Arena, que não funcionou justamente na hora em que seria entoado o Hino Nacional. “Infelizmente o sistema eletrônico falhou justamente na hora do Hino. Não foi um erro humano, foi algo técnico mesmo”, garantiu Ariovaldo Malízia, administrador da Arena.

Após o evento, Miguel Capobiango, coordenador da Unidade Geral do Projeto Copa (UGP), afirmou que ainda serão investidos R$ 35 milhões em projetos relacionados ao estádio. Sendo que R$ 5 milhões serão destinados à aquisição de geradores. “Vamos aproveitar as áreas do entorno da Arena, vamos fazer uma área de lazer, que vai ficar de legado para a população depois da Copa. Isso são serviços complementares”, concluiu.

SEM CONTROLE NO ACESSO

Começou a circular ontem, nas redes sociais, uma foto onde uma mureta paralela a uma das rampas que dão acesso ao campo da Arena da Amazônia Vivaldo Lima aparece pichada com abreviações das facções criminosas Família do Norte (FDN) e Primeiro Comando da Capital (PCC). De acordo com o secretário executivo de grandes eventos, coronel Dan Câmara, a responsabilidade de cuidar do acesso ao campo era da segurança privada. “O responsável por impedir que isso acontecesse neste evento foi da segurança contratada pelo Comitê Organizador Local (COL) que acertou com uma empresa privada. Não da segurança pública”, disse Dan Câmara.


Segundo Câmara, pela sua experiência, o pichador pode ter sido um funcionário. “Fazendo uma análise pela minha experiência, isto pode ter sido  feito por  alguns funcionários insatisfeitos ou por qualquer outra pessoa”, disse.

Dan Câmara disse ainda que, por se tratar do primeiro jogo teste do COL, alguns detalhes ainda serão ajustados  para evitar que objetos proibidos entrem no estádio. “O magbag irá escanear o torcedor antes de ele entrar no estádio para evitar esse tipo de situação”, afirmou, confirmando que a arena ainda não dispõe de equipamentos de RX e detectores de metais.