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‘A Stock Car é um desafio grandioso’, diz Antonio Pizzonia

Sentindo-se competitivo, piloto fala da disputa de hoje em Interlagos e outros assuntos

Antonio Pizzonia

Antonio Pizzonia (Divulgação)

Empolgado com o novo patrocinador, nova equipe e esperança renovada para 2014 na Stock Car, o amazonense Antonio Pizzonia entra no cockpit hoje, em Interlagos, com o intuito de começar a temporada com o pé direito. Além de boa expectativa para a prova, ele terá a companhia de Bruno Senna na equipe. Pizzonia é contratado da Mico’s Racing, equipe que há três anos recebe o patrocínio do fabricante de medicamentos genéricos, Prati Donaduzzi. É um salto de qualidade na comparação com a temporada do ano passado, quando o amazonense não teve boa performance nas pistas. “É um desafio grandioso, sem dúvida. Precisávamos de um carro competitivo”, alegra-se o piloto, que conversou com exclusividade com o CRAQUE entre treinos e viagens a São Paulo. O que você espera da temporada de 2014 na Stock Car, com nova equipe, patrocinador, carro...

Um desafio grandioso, sem dúvida. Toda mudança requer um tempo de adaptação e eu espero que seja a mais rápida possível. A equipe vem crescendo nos últimos anos e espero que continue assim nessa temporada. Precisamos de um carro muito competitivo para brigar com igualdade.

Quais os erros e os acertos durante a temporada de 2013? Onde houve as maiores dificuldades?

O ano de 2013 começou com tudo! Uma pole position e vitória na minha estréia no campeonato mundial de endurance (WEC). Pena que a equipe não teve recursos financeiros para continuar o projeto e tive que abandonar o campeonato logo na segunda etapa. Fiz também algumas corridas na Grand-Am nos EUA. Uma categoria muito tradicional lá. Corridas de longa duração na qual as 24 horas de Daytona fazem parte do calendário. Uma ótima experiência considerando que eu não conhecia as pistas que corri.

O que acha do Bruno Senna ser seu companheiro de equipe? É bom pra você?

Excelente! O Bruno é um grande piloto e vem com uma bagagem grande. Vamos com tudo!

Como você visualiza a sua estreia neste dia 23? O que pode dar certo e errado?

Começar a temporada com o pé direito é sempre o objetivo. Automobilismo é muito imprevisível. Tudo pode dar errado, mas é claro que estamos bastante positivos e esperando o melhor sempre.

Haverá disputas paralelas para você esse ano, como a Corrida Le Mans, Endurance?

Por enquanto o foco será somente na Stock. Talvez faça algumas corridas na Europa na segunda metade do ano.

Na última vez em que conversamos você se disse decepcionado com os rumos da F-1, dizendo que o que mandava era o dinheiro e patrocínio que o piloto levava para as equipes. Ainda pensa assim?

Sim! A F-1 mudou completamente da minha época e hoje jovens pilotos só com o talento, dificilmente chegam lá.

A F-1 ainda é um sonho profissional seu?

Era um sonho de criança. Como comentei anteriormente, a categoria mudou completamente da minha época. A F-1 ainda é o ponto mais alto do automobilismo mundial, mas o fato de os carros serem bem mais lentos do que quando eu andava, tirou o brilho um pouco também.

A saída de Felipe Massa da Ferrari fez alguns - inclusive ele - pensarem que era o fim da carreira. Mas a Williams o contratou. Não poderia acontecer o mesmo com você?

Épocas diferentes. Hoje meu foco é outro e tenho certeza que o Felipe fará um bom trabalho para a equipe.

Frases

“Meus fãs são incríveis! O apoio vem de anos e anos e sou eternamente grato por isso! Espero sempre retribuir o carinho de todos. Muito obrigado!”