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TV A Crítica revoluciona e traz mais uma vez conteúdo exclusivo para a Copa 2014

Com todas as suas mídias integradas, o “Projeto Show de Bola” da RCC pretende não só trazer um conteúdo diferenciado para os leitores, telespectadores, ouvintes e internautas da rede, mas fazer da experiência de cobrir um Mundial um legado de conhecimento e cultura para a sociedade manauara

Não poderia faltar no roteiro Nathália Nascimento, em Londres. TV A Crítica esteve lá nos Jogos Olímpicos, em 2012

Não poderia faltar no roteiro Nathália Nascimento, em Londres. TV A Crítica esteve lá nos Jogos Olímpicos, em 2012 (Reprodução)

No ano em que a Rede Calderaro de Comunicação comemora 65 anos da fundação de seu primeiro veículo – o Jornal A CRÍTICA, um ambicioso projeto, que promete ser um divisor de águas para a história da cobertura jornalística no Amazonas.

Com todas as suas mídias integradas, o “Projeto Show de Bola” da RCC pretende não só trazer um conteúdo diferenciado para os leitores, telespectadores, ouvintes e internautas da rede, mas fazer da experiência de cobrir um Mundial um legado de conhecimento e cultura para a sociedade manauara.

E o pontapé inicial dessa histórica empreitada já foi dado: a TV A Crítica entrou em campo para produzir a série “Campeões”, resultado de um mês de viagens pela Europa para mostrar detalhes da cultura, da organização urbana e, claro, da relação dos países campeões do mundo com o futebol.

Além de Itália, França, Inglaterra e Espanha, a seleção de craques da TV A Crítica visitou ainda três dos quatro países que jogarão partidas da Copa do Mundo em Manaus: Croácia, primeiro adversário brasileiro na Copa, Portugal e Suíça.

Programada para estrear na programação da tevê no próximo dia 28, a equipe formada pelos produtores e repórteres cinematográficos João Artur Vieira, Victor Affonso e Rui Silva e pelas repórteres Nathália Nascimento, Ludimila Queiroz e Júlia Magalhães realmente suou a camisa.

Foram mais de cem matérias produzidas, que devem ser distribuídas por toda a grade de programação da TV A Crítica. Apesar do trabalho intenso e exaustivo, o produtor João Artur Vieira confessa que a equipe se divertiu bastante e nos destacou bons exemplos disso.

“A gente ofereceu chocolate com cupuaçu para o representante de uma fábrica de chocolate na Suíça e colocamos farinha no fish and chips (típico prato inglês)”, conta Artur”, destacou também a forte cultura futebolística desses países.

“Nossos repórteres fizeram um tour pelos estádios da Europa. É incrível ver o profissionalismo dos clubes e a relação dos torcedores desde criança. O telespectador vai se surpreender”, promete ele, adiantando que a audiência ainda concorrerá a vários brindes trazidos da Europa pela equipe. É só ficar ligado!

Informação como legado

Com todas as suas mídias integradas, o “Projeto Copa do Mundo” pretende não só trazer um conteúdo diferenciado para os leitores, telespectadores, ouvintes e internautas da RCC, como também ajudar a cidade a se preparar para receber o maior evento esportivo do mundo.

“A informação é uma ação para formar conhecimento. A gente vai trazer conhecimento para o povo amazonense. Legado é aquilo que fica, e esse é o nosso legado para Copa”, afirmou o presidente do Sistema A Crítica de Rádio e Televisão, Dissica Calderaro.

Mesclando informação, entretenimento, cultura e serviço, a cobertura nos veículos do grupo contemplará ações promocionais com dicas para quem vai lidar diretamente com os turistas durante a Copa, cobertura do trânsito, das festa e possíveis manifestações de rua e, aqui no CRAQUE, a cobertura dos jogos da Seleção Brasileira, na Arena da Amazônia e dos adversários do Brasil in loco.

Três perguntas para Dissica Calderaro

1. O que é o Projeto Copa e qual o seu significado para a RCC e para seus ouvintes, leitores e telespectadores?

A gente entendia esse projeto como um dos legados da Copa. Não só um legado para nós, porque os profissionais que fazem parte desse projeto hoje são jornalistas melhores. Mas também um legado para a sociedade. Então a empresa quis entender o que ela poderia colaborar para esse legado. O grande potencial econômico da Amazônia está no turismo. Queremos que o Amazonas tenha uma super-exposição e que ela seja positiva. O amazonense tem que ficar ligado nesse projeto porque ele nada perde. Trazemos um conteúdo diferenciado, que é precioso porque nenhuma outra empresa de comunicação foi tão longe.

2. Qual o desafio de integrar todos os veículos da rede nessa empreitada?

A palavra nem é desafio. As equipes estão empolgadas, engajadas em trazer o melhor conteúdo, que está sendo muito prazeroso fazer. Talvez o desafio tenha sido conceber e ter a coragem de tomar iniciativa. Estamos contado os dias para poder começar a entregar esse conteúdo diferenciado para a população.

3. E como é realizar esse projeto histórico no momento em que o primeiro veículo da RCC, o Jornal A CRÍTICA, completa 65 anos?

É um momento especial e nós tínhamos que vir com um produto especial, para celebrar essa empresa que se renova todo dia. Nosso fundador (Umberto Calderaro) era um ser humano que adorava desafios. Imagina que há 42 anos ele concebeu o maior campeonato de peladas do mundo (o Peladão). Então é um projeto que tem a cara dele: é alegre, animado, audacioso... A gente continua honrando o DNA da Rede Calderaro.