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Teorias da conspiração sobre a Copa do Mundo baseadas em fatos reais

Mundiais têm histórico curioso envolvendo boatos, jejuns, número 24, Uruguai e Itália

Tensão nas Copas: Para o torcedor refletir!

Tensão nas Copas: Para o torcedor refletir! (Arte: Heli Mascarenhas)

A Copa do Mundo é uma competição propícia para que os “teóricos da conspiração” inventem “fatos”, para que matemáticos construam cálculos extraordinários e torcedores fiquem, no mínimo, com a “pulga atrás da orelha” a cada quatro anos.

Quem não se lembra da teoria da conspiração dando conta de que o Brasil teria vendido caro, e muito caro, a derrota para a França por 3 a 0 na Copa do Mundo de 1998 disputada no Stade de France, em Paris? Outra invenção para justificar o revés brazuca: o atacante Ronaldo Fenômeno teria amarelado. No entanto, nem todos lembram que Zidane e companhia jogaram muita bola naquele Mundial, e que seria um desleixo dos deuses do futebol deixar que uma Seleção Brasileira que teve o zagueiro Júnior Baiano de titular ser campeã do Mundo!

O número 24 (e suas multiplicações) é visto com grau de importância nas Copas do Mundo. Talvez, até de forma cabalística. Após a conquista do bicampeonato em 1958 e 1962, a Seleção Brasileira só foi ser campeã novamente oito anos depois em 1970. Depois, o tetra só veio após 24 anos em 1994 com nova vitória sobre a Itália nos pênaltis e após 0 a 0 nos 90 minutos.

Olha o perigo: o 24 também está na vida da Alemanha, que foi tricampeã em 1990 e, neste ano completará 24 anos sem comemorar o Mundial. Nesta Copa, os alemães chegam, como sempre, considerados uma das seleções favoritas ao título mundial. Terá chegado o dia de comemorar no Brasil?

Foi de 24 anos a quantidade de tempo que a Itália demorou para ser campeã de novo após o tricampeonato de 1982: em 2006, superou a França, nos pênaltis (5 a 3), após um 1 a 1 que ficou marcado pela cabeçada de Zidane em Materazzi.

O jejum é pior ainda quando entra em campo a Inglaterra, que tem o dobro dos 24 anos de jejum da Alemanha: nesta temporada vai completar 48 anos do seu título mundial conquistado em 1966 com os 3 a 2 sobre os próprios alemães em uma polêmica decisão.

Sempre traiçoeira: olho na Azzurra!

A Itália é daquelas seleções que metem medo sempre: em 1982 e 2006 “ninguém dava nada”, mas foram campeões mundiais.

Mística uruguaia

Deixando o número 24 e suas multiplicações, de lado, alguns jejuns irritantes permeiam França e o nosso carrasco Uruguai. Os franceses, no caso, estão há 16 anos sem levantar a Copa, quantidade de tempo que só não é superada pelos uruguaios, que detém o recorde de tempo sem faturar o Mundial: 64 anos desde o fatídico título conquistado em 1950 por 2 a 1 sobre o Brasil, calando mais de 200 mil torcedores no Maracanã.

No campo dos temores, está em voga atualmente a possibilidade do Brasil fazer a grande final desta Copa contra os uruguaios, repetindo 1950. Muitos nem querem ouvir falar disso pelo fato de uma segunda decepção dentro de casa. Seria trágico reviver a maior tristeza do futebol brasileiro em todos os tempo. Mas é bom o torcedor lembrar que, se não é uma das maiores seleções da atualidade, o Uruguai vem tendo um desempenho satisfatório nos últimos anos, tem o craque Suárez (que virá de recuperação de uma cirurgia no joelho) e, claro, a velha mística da camisa celeste!