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Exclusivo: Felipe Massa fala com o CRAQUE sobre as expectativas para 2014

O piloto falou sobre a competição e a mudança de equipe durante a carreira no automobilismo

Enquanto faz treinos coletivos e de ajustes do novo carro da equipe de Frank Williams, o brasileiro fez uma pausa para responder

Enquanto faz treinos coletivos e de ajustes do novo carro da equipe de Frank Williams, o brasileiro fez uma pausa para responder (Divulgação )

Felipe Massa, 32, vive dias de expectativas intensas em sua jornada na F-1 este ano. Quando todos davam como certo o fim da carreira do piloto brasileiro na mais cara, política e prestigiosa competição do automobilismo, no episódio da saída da Ferrari, eis que a Williams lhe contrata, para alívio do próprio Massa e esperança do torcedor brasileiro, que anda carente de ídolos vitoriosos na F-1.

 Enquanto faz treinos coletivos e de ajustes do novo carro da equipe de Frank Williams, no circuito internacional de Sakhir, no Bahrain, o brasileiro fez uma pausa para responder - via e-mail - algumas perguntas exclusivas feitas pelo CRAQUE. Foi a Williams que se interessou por Massa e não o contrário, prova de que ele ainda tem combustível para queimar na categoria, embora o novo regulamento obrigue o piloto tomar mil cuidados com o consumo  de combustível em razão do maior tamanho do tanque. A seguir, a entrevista:

 Você me parece contente e motivado na Williams este ano. Fale um pouco sobre essa contratação, pois sua saída da Ferrari motivou muitos a dizerem até que era o fim da sua carreira na F1...

Acho que esta mudança está sendo muito boa para mim. Depois de praticamente dez anos na mesma equipe, acho que essa renovação foi boa tanto para mim quanto para a Ferrari. Fui muito bem recebido na Williams, que na realidade foi quem tomou a iniciativa de me procurar. Eles estão muito animados com a minha chegada e me ouvindo bastante. Tenho ajudado  no direcionamento da equipe, o que demonstra a confiança que eles têm em mim.

Como você avalia o carro da Williams nesses primeiros treinos? Dá pra dizer que a equipe será competitiva em 2014?

O carro se mostrou extremamente confiável nesses primeiros testes e apresentou poucos problemas, o que é animador num ano da maior mudança de regulamento da história da Fórmula 1. O único “probleminha” que tivemos no Bahrein foi uma coisinha pequena, que nada tem a ver com essas novidades no regulamento. Mas ainda é muito cedo para saber como nós e as demais equipes estarão. Acho que somente a partir da abertura do calendário, na Austrália, é que teremos um quadro mais claro do potencial de cada um.

Como foi o desenvolvimento do carro nas pistas de Jerez de la Frontera (Espanha) e em Sakhir (Bahrein), nestes primeiros treinos coletivos?

Fomos bem, sim. O carro foi um dos recordistas de quilometragem e sempre andamos entre os mais rápidos. Como início de trabalho, foi mais do que promissor. Estou confiante no carro e na temporada.

Onde o carro precisa ser ajustado (motor, aerodinâmica, pneus, sistema de freios, combustível) e onde a equipe técnica acertou, na sua avaliação?

Estamos apenas iniciando o desenvolvimento dos carros, então é evidente que todas as áreas precisam e serão melhoradas. Mas é claro que, de vários anos para cá, é no campo da aerodinâmica que se conseguem os maiores progressos e onde se obtém as maiores vantagens.

Qual a sua impressão inicial do regulamento técnico para este ano? Onde esse pacote vai facilitar e onde vai dificultar o desempenho dos pilotos na pista?

O regulamento mudou bastante, mas a pilotagem em si continua praticamente a mesma. O trabalho do piloto, neste aspecto, quase não mudou. O que muda é o fato de precisarmos ser agora muito mais cuidadosos na administração dos pneus, porque a carga aerodinâmica foi bem reduzida e os novos motores têm um toque.