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Amazonenses trocam o clima úmido pelo ‘tenso’ em jogo da Seleção Brasileira desta terça (17)

Torcedor local parou para assistir o duelo entre Brasil e México nesta terça-feira (17), à tarde, mas ficou sem ter o que comemorar depois do jogo.

Torcida demonstrou aflição durante todo o jogo e ficou com o grito de gol preso

Torcida demonstrou aflição durante todo o jogo e ficou com o grito de gol preso (Lucas Silva)

O grito de gol ficou “entalado” na garganta, mas a torcida não deixou de ir às ruas para assistir ao segundo jogo da Seleção Brasileira pela Copa do Mundo. O MANAUS HOJE também “embarcou na festa” e deu uma volta pelas ruas da cidade durante a partida entre Brasil e México. A equipe acompanhou o duelo na rua Santa Isabel, localizada no bairro Vila da Prata, Zona Oeste de Manaus.

No total, mais de 200 pessoas assistiram o jogo no local, que teve direito a sorteios, som ao vivo e diversas histórias para contar. Entre elas, a do Juscelino que virou Rivelino. É isso mesmo! O amazonense Rivelino dos Santos, 45, ao nascer foi batizado por seu pai de Juscelino Kubitschek, uma homenagem ao ex-presidente do país. Mas, não demorou muito para que o pai, um apaixonado por futebol, mudasse de ideia.

“Meu pai era muito fã do presidente e quando eu nasci ele colocou o nome dele em mim. Mas, um ano depois do meu nascimento (1969) teve a Copa do Mundo de 1970 e o Rivelino foi uma das estrelas do mundial e, em contrapartida, não demorou para ele mudar de ideia e optar por colocar o nome do jogador em mim”, contou o mototaxista, que durante a partida estava com um olho no lance e outro na clientela. “Só fiquei sabendo dessa história quando minha mãe me contou. Já devia ter uns 7, 8 anos. Só com o tempo eu consegui entender tudo (risos). Eu já tinha compromissos com alguns clientes e por isso trabalhei neste jogo, mas sempre que deu eu olhava o lance e ficava de olho na clientela”, disse Rivelino, que também tentou a sorte no futebol, mas, sem ter o mesmo sucesso do jogador até hoje idolatrado por torcedores do Corinthians e do Fluminense, e que ficou conhecido pela “patada atômica”

Renda extra

A comerciante Berenice dos Santos, 37, também trabalhou durante a partida, mas ela ficava de olho nos clientes que compravam seus produtos e no telão montado na via para a população acompanhar o confronto. “Foram três meses trabalhando dia e noite para a ornamentação da via e como um tenho um mercado aqui na rua, então resolvi fazer um dinheiro extra. Posso dizer que essa Copa do Mundo está deixando um legado sensacional. As vendas aumentaram e eu estou adorando tudo isso”, comemorou.