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‘Não levaram a sério’, diz técnico Aderbal Lana sobre a derrota do Brasil na Copa do Mundo de 2014

O ex-técnico do Fast Clube, treinador mais vitorioso do Amazonas, disse que a Seleção Brasileira sobrevive da individualidade e por isso foi goleada

Aderbal Lana está animado no Sul América

Lana: a Alemanha ficou no calor da Bahia e o Brasil, no frio de Teresópolis (Jornal Acritica)

A humilhante goleada imposta ao Brasil pela seleção da Alemanha por 7 a 1, no estádio do Mineirão, que deixou atônitos mais de 200 milhões de brasileiros, repercutiu entre treinadores, dirigentes e jogadores amazonenses. O ex-técnico do Fast Clube, Aderbal Lana, criticou a desorganização do futebol brasileiro e a preparação da Seleção Brasileira que, na sua avaliação, não levou a sério a Copa do Mundo no Brasil.

“Eu não esperava uma goleada por 7 a 1. O Felipão tentou ser ofensivo jogando contra um time diferente, técnica e taticamente, e que verdadeiramente se preparou para jogar a Copa do Mundo no Brasil. A Alemanha foi fazer a sua preparação no calor de Salvador enquanto o Brasil foi para o frio de Teresopólis”, lamentou Lana.

Para o treinador mais vitorioso do futebol do Amazonas, com sete títulos estaduais e três Copas Norte, o Brasil começou a partida contra a Alemanha querendo liquidar a partida logo no início do primeiro tempo, deixando o time muito aberto e desguarnecido diante do rápido e envolvente ataque alemão.

“Entramos muito afoitos e tentando resolver logo a partida. O Brasil entrou na empolgação dos torcedores brasileiros e na pilha da imprensa. Deu no que deu. A Alemanha joga num esquema moderno e surpreendeu o Luiz Felipe Scolari que pensou num esquema de forma errada, que não deu certo. Vivíamos apenas da individualidade de alguns jogadores e esquecemos do conjunto”, disparou.

Mudanças na CBF

O técnico Aderbal Lana também criticou o longo tempo de dirigentes no comando da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e nas federações estaduais. Para Lana, nenhum presidente deveria passar muito tempo no comando.

“Não concordo que o presidente da CBF ou de qualquer federação fique mais de 30 anos no comando. A permanência de qualquer dirigente do futebol, no comando de entidades deveria ser de, no máximo dois anos. É preciso haver mudanças e renovação em todo o futebol brasileiro”, avaliou. Ele também criticou a falta de profissionalismo de alguns jogadores que, na sua avaliação, são protegidos pela imprensa e pelos cartolas, devido a interesses profissionais.