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Max Lélis: fazendo história na Arena da Amazônia

Zagueiro e capitão do Remo, do Pará, jogador fala da sensação de marcar o primeiro gol na estádio que sediará partidas da Copa do Mundo, em junho

Max Lélis marcou os dois gols do Remo no empate por 2 a 2 com o Nacional

Max Lélis marcou os dois gols do Remo no empate por 2 a 2 com o Nacional (Akira Onuma/O Liberal)

Independentemente dos atacantes que brilharem na Arena da Amazônia durante os quatro jogos da Copa do Mundo em Manaus, nenhum chegará aos “pés” do zagueiro-artilheiro e capitão do Clube do Remo na Copa Verde, Max Lélis. Ele fez os dois gols dos visitantes no empate em 2 a 2 com o Nacional e, assim, se consagrou como o primeiro artilheiro da história do novo palco manauara na Copa do Mundo. Max atualmente é o capitão do Leão Azul do Pará e admitiu que marcar gols fora de casa em um jogo do mata-mata e ainda inaugurar um dos palcos utilizados no Mundial foi um feito histórico. “Quando foi confirmado que o nosso jogo seria a partida inaugural, precisávamos do resultado fora de casa. Queríamos fazer história”, disse o jogador para o CRAQUE.

Natural de Perdões, Minas Gerais, o jogador admite que os gols na Arena mexeram com a sua carreira. “Quando fui para o jogo, não tinha o pensamento de fazer esses gols. O foco mesmo de todos da equipe era a classificação, independente de quem marcasse gol. Mas acabou acontecendo e, além disso, todos os gols passaram em todo o Brasil, o que foi importante para a minha carreira”, afirmou o jogador, que marcou o tento histórico aos 32 minutos do 1º tempo. O outro gol foi na segunda etapa do jogo.

No hall da fama

Agora, o jogador Max Lélis se junta ao seleto grupo dos que fizeram os primeiros gols nas arenas que serão utilizadas na Copa do Mundo no Brasil: Washington no Maracanã (no jogo amigos do Ronaldo contra amigos do Bebeto), Kleberson (Bahia) na Arena Castelão, e Renato Cajá (Vitória) na Arena Fonte Nova, Bocão (Brasiliense) na Arena Mané Garrincha, Adalberto (América-RN) na Arena das Dunas, Fabrício (Internacional) no Beira-Rio, Marcos Rocha (Atlético-MG) na Arena Mineirão e Luiz Eduardo (Náutico) na Arena Pernambuco.

Um dos responsáveis pela contratação de Max Lélis, o técnico Charles Guerreira admite que ficou surpreso com o desempenho do jogador no jogo. “Acho que foi uma das melhores atuações dele. Ele anulou o Fabiano e foi muito bem na bola aérea no primeiro gol. No segundo, ele deu uma boa impulsão, não tocou em ninguém e botou a bola para dentro. Ele mostrou como se faz”, disse o treinador.

Charles disse que foi o espírito de liderança o motivo de Max ser escolhido como capitão da equipe.

Carreira

Campeão mineiro e vice com o Ipatinga, onde atuou durante quatro anos, o “xerife” tem ainda em seu currículo passagens por Guarani (SP), ABC (Natal) e no São Bernardo (SP). O jogador afirmou que, atualmente, o foco do planejamento da equipe é a Série D. “Propostas sempre são bem vindas e hoje em dia temos que analisar todos os fatores. Fiz uma aposta em vir para o Remo”, disse Max.