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Obras da Arena da Amazônia são liberadas pela Justiça

Decisão da Justiça do Trabalho atendeu parecer da perícia judicial, a qual atestou o cumprimento de medidas de segurança por parte da Andrade Gutierrez

Arena da Amazônia #1

Obras estavam parcialmente interditadas desde o último domingo (15) (J. Renato Queiroz)

A Justiça do Trabalho liberou na tarde desta quarta-feira (18) as obras da Arena da Amazônia que estavam parcialmente interditadas desde o último domingo (15) - um dia depois de um operário morrer ao cair de uma altura de 35 metros no local. A decisão atendeu parecer da perícia judicial que atestou o cumprimento das recomendações de segurança do trabalho por parte da construtora Andrade Gutierrez.

“A partir da agora, nós vamos discutir com a Andrade Gutierrez para refazer o cronograma, reprogramar o que falta ser feito, para então determinarmos novos prazos de entrega”, afirmou o coordenador da UGP Copa, Miguel Capobiango Neto.

O coordenador reafirmou a preocupação do Governo do Estado de que a construtora continue cumprindo as medidas de segurança que já eram adotas na Arena e as que foram recomendadas pela Justiça no acordo assinado hoje.

A juíza do Trabalho Margarete Dantas Pereira Duque liberou os trabalhos considerando que a empresa adotou as providências corretivas apontadas pelo perito judicial, com vistas à desinterdição de todos os setores de obras que envolvem trabalho em altura. Na decisão, a magistrada determina ainda que os trabalhos na cobertura sejam suspensos durante o período noturno.

Perícia

A perícia começou a ser feita na segunda-feira (16) e estendeu-se até a manhã desta quarta. O laudo foi assinado por dois peritos judiciais e os trabalhos de inspeção foram acompanhados por um perito do Ministério público do Trabalho (MPT) e por outros três peritos de segurança da construtora Andrade Gutierrez.

Com a retomada das obras, todas as frentes de trabalho voltam às atividades e os dois mil trabalhadores retornam às suas funções, inclusive com os trabalhos em altura, que eram as únicas atividades interditadas pela Justiça, que havia proibido qualquer ação acima de dois metros de altura.